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A CASTANHA de caju que se produz no distrito de Chibabava, sul da província de Sofala, já está a ser comercializada no mercado asiático, tendo como ponto de saída o Porto da Beira. Os destinos são concretamente a China, Índia, Singapura e Bangladesh.

O facto foi dado a conhecer numa recente visita da governadora da província de Sofala, Maria Helena Taipo, pelo administrador local, Luís Nhazozo.

 

 O distrito de Chibabava lidera a produção desta cultura de rendimento na província. O preço de compra ao produtor varia entre 48 e 58.00 meticais cada quilograma de amêndoa.

 

Segundo Nhazozo, até Março passado, os produtores tinham encaixado mais de três milhões de meticais com a venda de aproximadamente seis mil toneladas de castanha. Tal representa uma mais-valia para os produtores, sobretudo no aumento das rendas familiares.

 

Enquanto isso, decorre a fase da limpeza das plantas e posterior maneio, num universo de três mil produtores, maioritariamente das povoações de Muxeve, Hode e Panja.

 

O administrador Nhanzozo indicou que de dois em dois anos a produção da castanha de caju tem crescido, associando-se isto a prática de mudas em enxertia com uma meta anual de 40 mil plantas na vila-sede distrital.

 

O distrito de Chibabava já abastece em mudas de cajueiros outros distritos como Dondo e Marromeu, na mesma província, e algumas regiões de Tete, num viveiro que envolve técnicos do sector e alguns sazonais recrutados localmente.

 

A governadora Maria Helena Taipo, que visitou o referido viveiro que em 45 dias de enxertia de plantas já as pode fornecer ao mercado, estimulou a iniciativa, mas exigiu mais empenho dos funcionários ali afectos para o desenvolvimento da província de Sofala.

 

Crise de água será ultrapassada

 

ESPERA-SE que seja ultrapassada até Maio próximo a crise de água potável na vila de Chibabava, na sequência de um projecto de captação do precioso líquido a partir do rio Búzi, devendo beneficiar uma média de 30 mil consumidores.

 

Para tal, foi já lançado o respectivo concurso público cujas obras, avaliadas em 6.290 mil meticais, consistem na modernização do anterior sistema. A ser adquirido directamente da África do Sul, o novo equipamento vai melhorar significativamente as questões de higiene e salubridade. Actualmente, os consumidores, entre os quais doentes internados no Centro de Saúde de Chibabava, bebem directamente água do rio Búzi, com todos os riscos que esse facto representa.

 

 O director do Serviço Distrital de Planeamento e Infra-estruturas de Chibabava, Luís Procoto, realçou que o novo sistema vai conectar-se à rede existente para fornecer água de boa qualidade e tem capacidade de abastecer alguns fontanários.

 

Helena Taipo, que visitou na vila de Chibabava o antigo equipamento, mostrou-se satisfeita pelo facto de que, finalmente, o problema de água potável terá solução na vila de Chibabava.

 

Trata-se de uma zona semi-árida que enfrenta sérios problemas de abastecimento de água potável, devido à alta profundidade a que se localiza o lençol freático, entre 140 e 120 metros.

 

As zonas mais críticas são Hode e Hamambas, sendo que no período seco a população chega a percorrer entre 20 e 30 km para obtenção do precioso liquido.

 

Produção agrícola aumenta

A PRODUÇÃO agrícola no distrito de Chibabava aumentou de 12 mil para 34 mil toneladas  na primeira época da presente campanha 2016-2017, graças ao empenho dos produtores do sector familiar, sistema de mecanização e queda regular das chuvas na região.

 

Já na segunda época, que arrancou em Abril corrente, as previsões do sector de Agricultura e Segurança Alimentar do distrito apontam para uma colheita na ordem de 30 mil toneladas, sendo quatro mil nas áreas ribeirinhas, basicamente milho e hortícolas.

 

Por outro lado, decorre a preparação de uma área de aproximadamente 70 hectares para a produção da batata, num distrito que conta com dois Centros de Prestação de Serviços com tractores e respectivos apetrechos como charruas, semeadoras e atrelados para escoamento da produção, baseados em Muxúnguè e Goonda.

 

O director das Actividades Económicas da zona, Hélder Alberto, que facultou esta informação ao nosso Jornal, sublinhou que, desta forma, está garantida até à próxima safra a segurança alimentar das 19.008 famílias camponesas.

 

Chibabava é potencialmente agrícola em toda a sua extensão, localizada nas encostas dos rios Búzi, Revue e Save, nomeadamente Mutindir, Muchiruta, Toronga e vila-sede distrital.

 

O actual preço da venda de milho está fixado em 100,00 meticais cada lata de 20 kg.

 

Pela primeira vez, o distrito introduziu nesta safra o cultivo de feijão bóer no sector familiar, mas o péssimo estado das estradas dificulta sobremaneira o processo de comercialização dos excedentes dos camponeses.

 

Tomás Manguiza é produtor de sucesso na povoação de Maxiwa, em Chibabava, com uma área de 41 hectares de milho, feijão bóer e gergelim, havendo já intervenientes no processo de comercialização agrícola.

 

Contudo, manifestou o desejo de adquirir um tractor com alfaias agrícolas, com vista a garantir a produção e produtividade, para além do escoamento dos produtos para centros de comercialização.

 

A governadora Maria Helena Taipo escalou áreas deste agricultor, tendo-o considerado um exemplo na luta contra a pobreza absoluta.

 

Orientou as autoridades administrativas locais a continuarem com a assistência técnica e em insumos de produção àquele camponês e não só. Nosvários encontros que Taipo manteve no distrito com líderes comunitários e religiosos, combatentes, mulheres, jovens e população em geral, manifestou a sua satisfação com os esforços dos camponeses, o que permitiu que, acompanhado de queda regular das chuvas, se atingisse uma superprodução agrícola este ano.

 

Horácio João

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