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Cerca de 14.800 combatentes registados na província central de Sofala, entre desmobilizados de defesa da soberania e democracia e veteranos da luta de libertação nacional, estão a melhorar as suas condições de vida, com a implementação, nos últimos tempos, de múltiplos projectos de reinserção social.

Os referidos projectos abrangem várias áreas como criação de gabo bovino, caprino e ovino, agricultura, construção de casas melhoradas, aquisição de meios circulantes, criação de peixe em cativeiro, instalação de mercearias, cantinas rurais e até indústrias de pequenas moageiras para farinação dos cereais.

Além disso, os combatentes desta região apostam igualmente na formação académica dos seus filhos, através da atribuição de bolsas de estudo pelo seu pelouro, havendo já um número considerável de seus parentes, com cursos superiores e/ou a estudar nas diversas universidades espalhadas pelo país.

Com este envolvimento, os combatentes estão a abandonar a atitude de desespero e frustração que se caracterizava pelo consumo excessivo de bebidas alcoólicas, que até desembocavam em frequentes manifestações junto a instituições do Estado. Tereza Minyengu, directora dos Combatentes em Sofala, revelou ao nosso repórter que a viragem da mentalidade daquele extracto social foi possível graças à humildade, aproximação, diálogo e valorização, acções levadas pelo Governo no seu dia-a-dia de trabalho.

Segundo a interlocutora, os combatentes deixaram de ser “olhados” com desprezo e agora merecem dignidade da sociedade, pois estão à pôr mãos à obra para o trabalho e a cuidar das suas famílias, influenciando as mentes das futuras gerações no país.

Para medir o pulsar da componente de reinserção social dos antigos guerrilheiros baseados naquela província, o Ministro dos Combatentes, Eusébio Lambo, acaba de escalar sucessivamente a cidade da Beira, distritos de Nhamatanda, Maringué, Cheringoma, Muanza, Chemba e Caia, onde manteve contactos com eles.

Em vários encontros com os combatentes em Sofala, o governante lembrou-se que, no passado, não era possível reunir-se com àquele grupo num ambiente sem convulsão, considerando que o ambiente que encontrou desta vez no terreno demonstra claramente a mudança de atitudes.

Disse que tal se enquadra na transformação dos combatentes em espelho da sociedade, aconselhando que todos àqueles que se beneficiam do pagamento de pensões devem aplicar o dinheiro para a melhoria das suas vidas.

Lambo relatou que os combatentes em Sofala são maiores criadores de bois, cabritos e possuem extensas áreas agrícolas, sobretudo nos distritos de Chemba, Maringué, Caia, Nhamatanda e Dondo.

Contudo, deplorou a existências de pessoas que recebem dinheiro de pensão embora seja exíguo, mas que não consegue comprar uma simples cama e colchão para dormir, bicicleta para facilitar a livre movimentação nem chapa para cobrir a sua casa.

“Este dinheiro de pensão tem que fazer alguma coisa na nossa vida, como comprar cabrito, aumentar machamba e construir uma casa melhorada. Porém, a nossa maneira de pensar mudou muito na província de Sofala num sentido positivo, porque antes o dinheiro da pensão era penhorado nos bares”,  condenou.

Lambo incentivou aos combatentes a guiar-se pelo associativismo e valorização do dinheiro resultante do pagamento das pensões pelo facto de, no seu dizer, representar o sacrifício resultante da guerra.

Defendeu a necessidade da promoção de debates na procura de solução para a vida dos combatentes, apontando haver pessoas que mesmo com dificuldades conjunturais, os seus filhos conseguem alcançar a formação académica de nível superior e vivem normalmente.

Reduzem reclamações de pensões

GRADUALMENTE, tendem a reduzir na província de Sofala o número de reclamações dos combatentes na fixação de suas pensões, segundo constatou o nosso Jornal durante a visita de trabalho do Ministro dos Combatentes, Eusébio Lambo.

A situação conforta sobremaneira os beneficiários, que chegaram a reconhecer os esforços empreendidos pelo Governo neste sentido, contribuindo significativamente para a melhoria das suas vidas. Contudo, ainda existe um número significativo de combatentes que clama por este seu direito.

As projecções facultadas ao nosso Jornal pelo porta-voz daquele Ministério, Horácio Massangaie, indicam que o universo total de combatentes registados no país, entre 1986 e 2015, é de 169.932 combatentes, congregando veteranos da luta de libertação nacional e de defesa da soberania e democracia.  

Até Agosto deste ano a fixação de pensões atingiu cerca de 160 mil combatentes. Contudo, algumas destas pensões já se transformaram em pensões de sobrevivência, tendo o número baixado para 130 mil pensões com prova de vida.

Neste processo, foram descobertos 135 combatentes falsos, na sua maioria, em Maputo. Destes, foram detidos sete, sendo dois em Maputo e os restantes pelo país fora. O facto acontece numa altura em que o Ministério da Economia e Finanças deu por encerrada a campanha de prova de vida biométrica deste ano no país, que decorreu entre 16 de Novembro e 9 de Dezembro, em que pensionistas do Estado não lograram oa seus intentos por dificuldades de meios informáticos. O Ministério dos Combatentes garante que o processo vai continuar internamente a partir de Janeiro próximo e os visados serão contactados.

Para além da fixação da pensão, o maior desafio deste sector vai para o fortalecimento financeiro do Fundo de Paz e Reconciliação Nacional para atender aos projectos dos combatentes, de forma sustentável.

“Por isso, estamos à procura de parceiros a nível nacional e internacional, numa altura em que cerca de três mil combatentes já se beneficiaram do empréstimo de valores que variam entre 50 mil e 300 mil meticais nas áreas agropecuária, pesca, transporte, mercearia, cantinas rurais, entre outros”, disse o ministro.

Para já, apuramos que a taxa de reembolso situa-se em 30 por cento, porque grande parte dos projectos foram financiados na base de uma instituição bancária, sendo que através do Fundo da Paz e Reconciliação Nacional foram desembolsados cerca de 400 milhões de meticais desde 2015 e 2017, abrangendo 170 mil combatentes.

Inicialmente, perspetivava-se desembolsar anualmente 300 milhões de meticais, facto que não é possível devido à crise financeira, o que provoca cortes drásticos do financiamento. O desembolso de 2015, foi de 300 milhões que baixou gradualmente este ano para 30 milhões meticais.

“O impacto não é o financiamento simplesmente, mas no âmbito politico, segurança, paz e reconciliação nacional, porque têm assento na Mesa da Assembleia-Geral do Fundo membros do Governo, empresariado nacional, doadores e Renamo, embora estes últimos dois órgãos ainda não se façam presentes”, considerou o governante.

Beira está pronta a acolher Festival Nacional de 2018

A CAPITAL provincial de Sofala, a cidade da Beira, já se prepara para acolher, com toda dignidade e pujança, o Festival Nacional dos Combatentes, na edição de 2018, cujo eevento foi tornado público semana passada pelo titular da pasta, Eusébio Lambo, durante a sua visita de trabalho.

 Trata-se de um evento que, pela primeira vez na história de Moçambique independente vai ter lugar naquele que é considerado o segundo maior centro urbano do país, exactamente, no dia 7 de Setembro, devendo reunir mais de nove mil combatentes provenientes de todo canto deste vasto território.

Dados disponíveis apontam que a abertura solene da actividade vai ser orientada pelo Chefe do Estado, Filipe Nyusi, na presença dos dois antigos Presidentes da República, nomeadamente Joaquim Chissano e Armando Guebuza, para além de outros altos dignatários do Governo e Estado moçambicanos.

Assim, iniciam já em Janeiro próximo os preparativos do evento, em moldes de ensaio das marchas a serem exibidas, esperando-se que as festividades ultrapassem largamente as expectativas dos promotores, conforme-nos garantiu a directora provincial dos Combatentes em Sofala, Tereza Minyeungu.

“Precisamos do apoio de todos e, neste aspecto, estamos certamente de mãos abertas. Queremos, acima de tudo, que o Festival Nacional dos Combatentes na edição de 2018 seja uma verdadeira festa moçambicana, bastante emocionante e atractivo, arrastando mesmo multidões incluindo turistas nacionais e estrangeiras”- afirmou Tereza Minyeungu, que já lançou “mãos” à obra nos trabalhos do festival.

Bases reavivam história

AS BASES da Luta de Libertação Nacional estão a ser alvos das obras de manutenção e preservação, particularmente na província de Sofala, para reavivar o nosso passado histórico, com vista à sua transformação em áreas de pesquisa académica e de lazer, atraindo já atenções dos estudantes, turistas e não só.

Exemplo disso, o Ministro dos Combatentes, Eusébio Lambo, constatou o facto na base Mandue, localizada no interior do Posto Administrativo de Mulima, que dista 40 km da sede do distrito de Chemba. Falando à comunidade circunvizinha daquele local, que ainda se apresenta como de difícil acesso pela densa mata e declives na configuração física do terreno, Lambo louvou os esforços do Governo em Sofala na preservação daquela base, que então serviu de principal centro da frente de Manica e Sofala que culminou com a Independência Nacional.

“Os nossos filhos, netos até bisnetos vão precisar deste local para reavivar a nossa história, porque temos aqui monumento bem conservado e algumas palhotas que ainda simbolizam a luta heróica que serviu na liberação da Terra e do Homem”, disse o ministro.

Abordado pelo “Notícias” ainda sobre o assunto, o Ministro dos Combatentes indicou a necessidade da manutenção e construção de monumentos nas bases em todas as provinciais sob coordenação do seu sector e envolvimento do Ministério de Cultura e Turismo.                                             

  Horácio João

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