A  DIRECÇÃO Provincial da Saúde em Tete está a operacionalizar em todos os distritos condições básicas para a implementação do programa de garantir a assistência médica e medicamentosa aos funcionários do Estado, membros das Forças de Defesa e Segurança, desmobilizados de guerra e seus dependentes.

O facto foi revelado há dias pela directora provincial de Saúde, Carla Mosse Lázaro, que acrescentou àluz do Decreto-Lei n.º 21/96, de 16 de Janeiro, que todo o funcionário público é descontado uma percentagem do seu salário destinado a assistência médica e medicamentosa, cujo pacote inclui o seu agregado familiar e outros dependentes directos.
“A acçãovisa que os funcionários públicos, membros das Forças de Defesa e Segurança e seus familiares gozem dodireito de bom estado de saúde física, mental e social para o maior desempenho das suas funções quotidianas”, indicou Carla Mosse Lázaro.
Para dar cobro às preocupações dos funcionários no tocante a assistência médica e medicamentosa na rede sanitária ao nível da província, a instituição acaba de criar uma série de condições para um tratamento condigno aos funcionários públicos e membros dasForças de Defesa e Segurança.
“Em todas nossas unidades sanitárias de referência nos distritos temos disponíveis quartos específicos para o internamento dos funcionários abrangidos pela lei e ao nível das consultas externas já há uma percentagem de descontos quer na assistência, assim como nas farmácias para aquisição dos medicamentos”, afirmou Carla Mosse Lázaro.
Na maior unidade hospitalar da província, a Direcçao deSaúde introduziu as consultas de aptidão física vulgo “check-up” grátis aos funcionários públicos uma vez por ano para detectar precocemente algumas patologias porque há doenças crónicas que evolui no organismo sem nenhum sinal e quando se diagnóstica a pessoa já está à beira da morte ou já se instalou uma incapacidade para a cura.
“Para evitarmos esta situação, o nosso objectivo é dar a possibilidade ao funcionário público de fazer um check-up anual de detectaçãode patologias e ele saber o seu estado de saúde”, disse Carla Mosse Lázaro.
Apesar das unidades sanitárias ser maioritariamente reduzidasem termos de espaço, principalmente nos distritos, a instituição está a envidar esforços no sentido de garantir uma assistência médica e medicamentosa ao funcionário público valorizando, deste modo, o preconizado no Decreto-Lei n.º21/96.
Para uma melhor organização do processo, a Direcçao Provincial de Saúde lançou um apelo aos funcionários públicos para ser portadores de cartõesou cadernetas hospitalares para se beneficiar das regalias previstas na Lei n.º21/96.
“Quantas vezes o funcionário público se dirige a uma unidade sanitária e, quando é exigido o cartão ou caderneta hospitalar e ele não apresenta automaticamente, não se beneficia das regalias a que tem direito”, finalizou a directora provincial de Saúde em Tete.
Neste quadro, durante o ano passado 1096 funcionários públicos fizeram no Hospital Provincial de Tete exames de aptidão física (“check-up”) e 214 elementos das Forças de Defesa e Segurança,  número bastante insignificante em relação ao efectivo de funcionários públicos existentes na província, acima de 20 mil trabalhadores.
A directora deSaúde solicitou mais uma vez uma adesãomassiva de funcionários públicos e elementos das Forças de Defesa e Segurança eseus dependentes nestas consultas de “check-up”, apesar de as pessoas ainda não tera cultura de fazer este tipo de diagnóstico para não frustrar os objectivos definidos pelo Governo.

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