A DIRECÇÃO Provincial de Saúde em Tete acaba de construir 20 residenciais para os seus funcionários de Zumbu, Chifunde, Macanga, Angónia, Tsangano, Doa, Marara, Mágoè e cidade de Tete.

A directora provincial do sector revelou há dias que estas obras se enquadram no programa de criação de condições de habitabilidade dos funcionários da saúde afectos aos distritos, como incentivo para a realização das suas obrigações profissionais.

Carla Mosse Lázaro apontou que grande parte das casas foi alocada aos médicos e técnicos, no âmbito da expansão e melhoramento da prestação de serviços de assistência médica e medicamentosa às comunidades na zona rural.

“Concluímos 10 Centros de Saúde Rurais de tipo 2 e residências para funcionários nas localidades de Fortuna, Mphanzu, Gandale, Malowera, Kalomuè, Mufa Caconde, Luía, Chia, Mulanguene e Mpangula, nos distritos de Doa, Moatize, Macanga, Marávia, Angónia, Marara, Mágoè e Zumbu, respectivamente” - disse a directora provincial de Saúde de Tete.

Neste momento está em curso, e numa fase bastante adiantada, a construção de um Centro de Saúde de tipo 2, incluindo três residências, na localidade de Minga, distrito de Zumbu, próximo da fronteira com a República da Zâmbia, e um bloco operatório em Furancungo, sede distrital de Macanga.

A Direcção Provincial de Saúde está igualmente a melhorar infra-estruturas do sector espalhadas um pouco por toda a província, com destaque para os edifícios onde funcionam as unidades sanitárias, residências do pessoal e depósitos de medicamentos.

A Saúde também está apostada na formação de quadros, especialmente nas áreas de Enfermagem, Saúde Materno-Infantil, para melhorar o atendimento e responder à demanda, sobretudo nas zonas rurais.

Ainda nas infra-estruturas, a nossa entrevistada indicou que recentemente foi concluído o bloco operatório do Hospital Rural de Zóbuè, junto à fronteira com o Malawi, que vai aliviar o sofrimento da população que recorria aos serviços daquele país vizinho para o tratamento.

“Hoje, as nossas unidades sanitárias que funcionam junto à fronteira são hospedeiras de doentes provenientes das localidades vizinhas destes países, que recebem cuidados médicos dos nossos profissionais dentro da Política Nacional da Saúde”- frisou Carla Mosse Lázaro.

A responsável apontou que actualmente a rede sanitária é constituída por 130 unidades, com um raio teórico de 15,6 quilómetros, contra 17 em 2015.

A província de Tete conta com 93 médicos de várias especialidades em todos os distritos.

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