NO quadro dos esforços tendentes para a melhoria e competividade do Ensino Superior, o Governo pretende que as instituições de enisno observem escrupulosamente a necessidade de se proceder com regularidade a avaliações interna e externa  para fins de acreditação  de cursos,  programas e respectiva solicitação  de emissão  de alvarás  para o seu funcionamento, de acordo com  o quadro legal estabelecido no país.

Esta vontade foi manifestada sexta-feira em Lionde, distrito de Chókwè, porvíncia  de Gaza,  pelo Ministro da Ciência, Tecnologia, Ensino Superior e Técnico-Profissional, Jorge Nhambiu, no decurso da cerimónia de graduação de 177 técnicos no Instituto Superior Politécnico de Gaza (ISPG).

Segundo o ministro, a medida visa dotar ao cidadão que queira aceder ao Ensino Superior de informações relevantes, qualidade dos cursos ministrados e reputação da entidade, uma importante premissa que vai ajudar em grande medida no acautelamento às instituições do Ensino Superior, sejam elas públicas ou privadas que estejam a operar  fora do quadro legal  em vigor.

De acordo com Jorge Nhambuiu, no âmbito da materialização do Progrma Quinquenal do Governo, cabe ao Ensino Superior, em geral, e ao ISPG, em particular, a nobre responsabilidade  de contribuir na formação de quadros com a necessária qualidade, numa perspectiva de criação de riqueza e geração de um desenvolvimento equilibrado e harmonioso.

O Governo, destaca  a nossa fonte, pretende deste modo que as instituições do Ensino Superior  nas suas acções, componentes de ensino, investigação e extensão possam promover  o estabelecimento de uma formação  de qualidade e relevante para todos. 

Para Stella Pinto Zeca, governadora de Gaza que igualmente testemunhou o acto, o momento de graduação simboliza o fim de uma etapa importante na vida estudantil, antecedido  de muitas privações e limitações durante os anos de formação, sendo para tal imprescendível, marcando na sua acção a difrença na materialização do conhecimento adquirido no ISPG através da busca incessante de soluções para os problemas socioeconómicos do país, em geral, e de Gaza, em particular.

Nesse sentido, ainda de acordo com  a governadora, os técnicos ora colocados no mercado do emprego deve esperar-se, dentre outras intervenções, a sua contribuição na exploração racional das potencialidades que os regadios do Chókwè e do baixo Limpopo oferecem,  privilegiando o aumento de áreas de cultivo e da produtividade com  recurso às novas tecnologias de produção.

“Desafiamos ainda aos graduados para contribuírem com os seus conhecimentos no surgimento de novos regadios e constituírem parte de solução na produção de sementes melhoradas”, sublinhou.

Ao longo dos seus 11 anos de existência, o ISPG introduziu, de forma gradual, igual número de cursos, com maior incidência para as áreas das Ciências Agrárias e Económicas de Gestão.

VIRGÍLIO BAMBO

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