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MAIS de 36 mil pessoas carecem, neste momento, de água potável na vila de Inchope, localizada no distrito de Gondola, província de Manica, o maior e principal cruzamento rodoviário do centro do país.

A carência do precioso líquido é o maior empecilho ao desenvolvimento da região, onde os seus habitantes consomem água imprópria extraída de poços e rios, a grandes distâncias, causando graves problemas de saúde pública.

Localizado no posto administrativo com o mesmo nome, a 45 quilómetros da sede do distrito de Gondola, Inchope é atravessado pela EN1, EN6 e linha férrea Beira-Machipanda, que liga o Porto da Beira aos países do “hinterland”.

Inchope constitui o ponto de confluência obrigatória onde, diariamente, se cruzam centenas de pessoas, entre nacionais e estrangeiras, oriundas de vários pontos do país e do “hinterland”, a caminho das mais diversas zonas do centro, norte e sul de Moçambique.

Problema sem solução a vista?

O PROBLEMA de água em Inchope é dos mais antigos e perdura há décadas, porém, a sua solução parece mais remota, apesar das frequentes queixas dos residentes, que não perdem oportunidade de apresentá-las aos dirigentes, a vários níveis, que escalam aquele posto administrativo em visitas de trabalho, que, por seu turno, não se eximem de justificar e prometer.

Recentemente, a preocupação foi apresentada ao Presidente da República, Filipe Nyusi, durante a sua última visita de trabalho à província de Manica. Ao longo das últimas duas décadas e meia, o problema foi sendo manisfestado com inusitada insistência aos antigos Chefes do Estado e governadores que passaram pela província.

As autoridades locais, cientes do problema, juntam-se ao coro das lamentações da população e, embora coloquem-no entre as prioridades das suas agendas e planos de governação, afirmam que a solução transcende as suas capacidades, reconhecendo, porém, o martírio em que vivem os habitantes e visitantes que cruzam diariamente Inchope.

São apontados como impasse nas iniciativas de provisão de água para a região três problemas, nomeadamente os solos rochosos e a profundidade do lençol freático; a falta de fundos para financiar a construção de um sistema isolado de abastecimento de água a partir dos rios que correm na região; e a longa distância que separa tais rios daquele vilarejo.

Relativamente ao primeiro problema, dirigentes do sector justificam haver dificuldades de se alcançar o lençol freático, facto associado aos solos rochosos que caracterizam a zona, o que impede a abertura de furos para a implantação de fontanários. Aliás, para agravar este cenário, muitos dos poucos furos existentes nalguns povoados de Inchope libertam água salobre, imprópria para o consumo humano.

O director provincial das Obras Públicas e Habitação em Manica, Eduardo Naietiene, lembra que muitas obras de perfuração, visando a obtenção de água potável para Inchope, deram resultado negativo. O lençol freático localiza-se a uma profundidade superior a 150 metros, o que inviabiliza quaisquer tentativas de encontrar água através de furos.

No que concerne ao segundo problema, relativo à distância que separa a vila dos rios Metuchira e Muda, afluentes do Púngoè, de onde pode ser captado o precioso líquido e dar lugar a construção de um sistema isolado de abastecimento de água, a ideia também se foi mostrando impraticável.

As justificações são várias, mas as que chegaram ao conhecimento do nosso Jornal apontam custos bastante elevados, por um lado, e, por outro, insuficiência do caudal daqueles rios, cuja compensação deveria passar pela edificação de represas.

A solução que se vislumbra, segundo se aventa, será a ligação ao sistema de Chicamba, que neste momento já abastece a vila de Gondola. O projecto para o efeito está orçado em 2,6 milhões de dólares norte-americanos.

VICTOR MACHIRICA

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