A CIDADE de Quelimane debate-se com a escassez de carne bovina, há cerca de três semanas, facto confirmado pelo presidente da Associação do Matadouro de Quelimane, Momad Cassamo, citado pela Rádio Moçambique, naquela cidade.

Segundo a fonte, o matadouro de Quelimane está paralisado, funcionando esporadicamente, devido à falta de animais para abate.

Entretanto, o relatório do governo da Zambézia, apresentado recentemente ao Presidente da República, Filipe Nyusi, quando da sua visita de trabalho àquele ponto do país, indica que a província conta com mais de quarenta e três mil bovinos.

A maior parte dos bovinos abatidos em Quelimane, para abastecer o mercado local, é proveniente da vizinha província de Tete. O bovino da Zambézia é mas caro que o de Tete.

Segundo o presidente da Associação do Matadouro de Quelimane, é muito provável que nos próximos meses o preço da carne bovina registe um agravamento nesta cidade.
“Os criadores, as pessoas que trazem os animais, dizem que vão chegar e nunca chegam. Querem subir também os preços. Aqui no matadouro está a cento e cinquenta meticais o quilo, mas eles querem subir para cento e setenta”, explicou Momad Cassamo.

 

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08.01.2018   Banco de Moçambique

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