O GOVERNO está disponível para continuar a apoiar as organizações da sociedade civil na mobilização de fundos para o combate ao HIV/SIDA.

A garantia foi dada recentemente em Maputo, num encontro de auscultação entre as organizações da sociedade civil que lutam contra o HIV/SIDA no país e o Conselho Nacional de Combate à Sida (CNCS).

Trata-se de uma oportunidade que as associações da sociedade civil tiveram para fazer uma concertação estratégica com o CNCS, de modo a que as suas actividades pudessem estar ao mesmo ritmo, a partir das orientações que o Presidente da República deu no dia 1 de Dezembro, na reunião alargada do CNCS, sobre a necessidade de dar visibilidade às actividades comunitárias.

Rui Maquene, porta-voz da plataforma da sociedade civil para a saúde e direitos humanos, disse ao “Notícias” que foi dissipada a visão que alguns agentes do Governo têm sobre as organizações da sociedade civil.

“Renovado o compromisso, estamos felizes porque ficou claro que não há inimigos, estamos todos em paz; estamos todos na mesma causa, queremos defender a saúde dos moçambicanos. Esperamos que o CNCS, junto com as organizações da sociedade civil, colmate principalmente a questão do acesso aos fundos”, realçou o activista.

Por sua vez, Benedito Ngomane, do Conselho Nacional do Combate à SIDA, disse que o maior ganho da reunião foi a reactivação das actividades, “embora o grande problema de tudo sejam os custos financeiros, uma vez que ainda continua a problemática de financiar a resposta na área da prevenção. A maioria das organizações da sociedade civil trabalha na área da prevenção e de cuidados”, proferiu.

A sociedade civil recomenda a reestruturação e eficiência da resposta nacional, cabendo ao CNCS reflectir sobre como interagir com as organizações, de como continuar a mobilizar fundos, como trazer uma abordagem holística sobre o HIV, ligada às áreas da nutrição, defesa dos direitos das pessoas vivendo com o HIV, entre outras acções.

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