A EXPOSIÇÃO individual do artista plástico e ministro de Cultura e Turismo, Silva Dunduro, que abriu ontem, na cidade de Maputo, celebra a beleza da mulher e convida a prestar vénia a elas que, diariamente, batalham para a construção do país. Leia mais

 

 

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O músico moçambicano Jesse Malunguissa e o actor brasileiro Expedito Araújo sobem hoje ao palco do Centro Cultural Brasil Moçambique (CCBM), para apresentarem a obra “Ser Minas Tão Gerais”.

O espectáculo é uma homenagem ao Estado de Minas Gerais, que, recentemente, vivenciou o rompimento da barragem do Córrego do Feijão, em Brumadinho. A tragédia trouxe dor e traumas a centenas de famílias.

Os artistas vão recorrer a músicas locais e interpretação, em leitura dramática, de feitos mineiros. E mais, o evento vai, também, exaltar a importância da inconfidência mineira, importante data histórica celebrada no calendário brasileiro.

Segundo Expedito Araújo, será uma apresentação, totalmente, comemorativa ao que mais de autêntico existe neste importante Estado Brasileiro. “Vamos trazer músicas eternizadas nas vozes de Milton Nascimento, Daniel, Paula Fernandes, Marcus Viana, Ana Carolina, entre outros, que estarão presentes nesta homenagem. As curiosidades e pormenores também tem espaço e prometem deixar saudades, para quem assistir”, rematou.

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O toureiro Ricardo Chibanga, o único matador de touros africano da história da tauromaquia, morreu hoje em casa, aos 76 anos, disse à agência Lusa o presidente da Associação Portuguesa de Empresários Tauromáquicos (APET), Paulo Pessoa de Carvalho.

O toureiro esteve recentemente internado no hospital de Torres Novas (Santarém), depois de ter sofrido um acidente vascular cerebral, tendo regressado a casa, na Golegã.

Natural de Moçambique, Ricardo Chibanga veio para Portugal nos anos 60 do século passado, tendo sido apoiado por várias figuras da festa brava, como o matador de touros e empresário taurino Manuel dos Santos.

A alternativa de matador de touros de Ricardo Chibanga surgiu na Real Maestranza de Caballaria de Sevilha (Espanha) a 15 de agosto de 1971, tendo sido apadrinhado por António Bienvenida, com o testemunho de Rafael Torres.

Em Portugal, apresentou-se como matador de touros na praça do Campo Pequeno, em Lisboa, no dia 19 de agosto de 1971, tendo toureado ao lado do matador espanhol José Luis Galloso.

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As escritoras Melita Matsinhe, Virgília Ferrão e Hirondina Joshua estarão em conversa, amanhã, às 17:30 horas, na sede da Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO), em Maputo, numa sessão subordinada ao tema “Escritoras moçambicanas: espaço, resistência e desafios actuais”.
O encontro, que dáinício ao Projecto Mulheres e Letras, é coordenado pela escritora Emmy Xyx e conta com a moderação do poeta Nelson Lineu.

A mesa pretende discutir espaços, leituras, recepção crítica das obras escritas por mulheres, a relação autor com o mercado editorial, os espaços de consagração e os desafios actuais da criação literária em Moçambique.

A coordenadora da acção aponta que a ideia é trazer para debate questões, perspectivas e soluções. “A ideia é entender que literatura vai para além da publicação do livro, não que isso não seja válido e/ou importante, mas existem outras formas bem plurais de se pensar e realizar a literatura”, disse Emmy Xyx.

Virgília Ferrão é prosadora com livros publicados em Moçambique e Brasil, Mel Matsinhe é poeta e pianista, e Hirondina Joshua é poeta com um livro publicado e tem colaborado em diversas revistas literárias no Brasil e Portugal.

 

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O romance “Um Rapaz Tranquilo”, de Álvaro Carmo Vaz, é lançado na tarde de hoje pela Editora Marimbique no auditório do edifício-sede do BCI, pelas 17.00 horas, na cidade de Maputo.

“Um Rapaz Tranquilo” é uma obra que versa sobre amor, na qual se traça o percurso de uma geração que sonhou com a independência e se entregou à tarefa de construir um país novo, constituindo, por isso, um importante exercício de memória, tão relevante quanto crucial nos dias de hoje.

Segundo um comunicado enviado à nossa Redacção, a obra cruza uma narrativa ficcional com um excurso memorialista de grande interesse em Moçambique no período imediatamente anterior e ulterior à independência do país.

Álvaro Carmo Vaz é engenheiro civil de formação, tendo feito a sua carreira na Universidade Eduardo Mondlane, autor de dezenas de textos científicos e técnicos e co-autor do livro “Hidrologia e Recursos Hídricos”.

 

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