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Arrancou ontem, em Maputo a primeira edição do Ciclo do Documentário Institucional em Moçambique, que até sexta-feira propõe-se a mostrar ao público documentários produzidos no país, refere uma nota de imprensa da organização.

Promovido pelo INSTIDOC, nome que também baptiza o certame, o ciclo vai exibir sete documentários, entre curtas e longas-metragens, da autoria de nove realizadores nacionais e estrangeiros, filmados em Moçambique entre 2012 e 2013.

“Embora a maioria dos documentários que, anualmente, são produzidos no país estejam directamente relacionados com o meio institucional, seja ele público ou privado, com ou sem fins lucrativos, a realidade mostra que, assim que concluídos, muitos destes trabalhos ficam circunscritos às organizações que detêm os seus direitos”, disse à Lusa Benilde Matsinhe, directora do INSTIDOC.

Segundo a responsável, as produções que estarão em cartaz centram-se na realidade política, social, económica e ambiental de Moçambique, através de três subciclos: “Terra, Gorongosa e Mulher”.

“Na sua primeira edição, o INSTIDOC –Ciclo do Documentário Institucional procura apresentar uma programação actualizada sobre temas que marcam a realidade política, social, económica e ambiental de Moçambique, numa iniciativa que visa dar visibilidade ao género institucional e à sua relação com o meio cinematográfico do país”, afirmou a directora do evento.

Lembrando que Moçambique já teve logo após a independência, em 1975, um embrião do género de documentário institucional, o Kuxa Kanema, o INSTIDOC mostra que esta modalidade cinematográfica pode servir de plataforma da futura indústria cinematográfica moçambicana, disse.

 

 

 

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