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O PRESIDENTE da República, Filipe Nyusi, defendeu quarta-feira que todos os monumentos existentes no país precisam ser classificados para permitir a melhoria da sua gestão e preservação.

A ideia, segundo o Chefe do Estado, é acabar com a existência de monumentos construídos e que posteriormente são votados ao abandono, acelerando deste modo a sua degradação.

Filipe Nyusi reagia às explicações apresentadas pelo Director Nacional-adjunto do Património Cultural, Alexandre Fernando, sobre o actual estágio dos monumentos, museus e centros de documentação existentes no país.

Ao todo estão registados pouco mais de 400 monumentos e 31 museus e centros de documentação, a maioria dos quais na cidade de Maputo.

Quando questionado sobre o estado destes monumentos, por exemplo, Alexandre Fernando reconheceu que alguns deles encontram-se abandonados em virtude de não existirem, ao nível local, técnicos responsáveis pela sua preservação.

“A conservação dos monumentos é coordenada com os governos provinciais, que devem indicar pessoas responsáveis, tal como acontece com os museus e centros de documentação, mas são raros os casos em que tal sucedeu dessa maneira”, disse Fernando.

Entretanto, o Presidente da República condenou esta situação e afirmou que não há necessidade de se continuar a construir monumentos quando não há condições sequer para se preservar os que já existem por todo o país.

Apontou como exemplo o monumento em memória do primeiro Presidente de Moçambique Independente, Samora Machel, em Chilembene, sua terra natal, cujas aparências são de um local cuidado quando há cerimónias de Estado ou grandes visitas.

“O Governo não precisa de continuar a gastar dinheiro a construir monumentos que depois de inaugurados são abandonados à sua sorte até ao dia em que há alguma cerimónia nesse local”, sugeriu Filipe Nyusi, acrescentando que os gestores do Ministério da Cultura e Turismo têm a obrigação de trabalhar para a preservação destes locais e da sua história.

Falou também da necessidade de valorização dos locais históricos, como é o caso da Ilha de Moçambique, na província de Nampula, como forma de preservar o seu valor histórico-cultural.

O país tem a Ilha de Moçambique como Património Mundial da Humanidade, título atribuído em Dezembro de 1991 pelo Fundo das Nações Unidas para a Educação e Cultura (UNESCO).

 

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