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CAMPONESES da cintura verde da cidade de Nampula estão empenhados no aumento das suas áreas de produção de hortícolas, visando responder à demanda do mercado e, consequentemente, incrementar os lucros para a melhoria da renda familiar.

O jornal “Notícias” entrevistou alguns produtores de hortícolas que no passado desenvolviam a actividade em pequena escala, obtendo rendimentos baixos. Estes explicam que, nos últimos dias, a procura tornou-se maior ao nível do mercado local, o que lhes obrigou a redobrar esforços para responder à demanda.

Albano Nacocho, produtor de 54 anos de idade, disse que começou a cultivar hortícolas em Dezembro de 2011, altura em que terminou o seu contrato de trabalho com uma empresa de construção civil.

Inicialmente, afirmou Nacocho, cultivava cebola, alface, couve e repolho em quantidades muito reduzidas. Normalmente, trabalhava com apenas 10 a 15 canteiros de produtos mas, de acordo com as suas palavras, mais tarde descobriu que aumentando a área de cultivo podia melhorar a produção e os rendimentos.

Por conta disso, em 2015 multiplicou o número de canteiros de hortícolas para uma média de 100 unidades, com um rendimento actual estimado em 300 meticais por cada canteiro.

A iniciativa visa, igualmente, satisfazer a demanda do mercado, cuja procura triplicou nos últimos anos, não obstante melhorar os rendimentos para o sustento das respectivas famílias.

Raimundo Carlos Pastola, outro produtor de 41 anos de idade, adiantou que a actividade está a apresentar-se actualmente com as melhores oportunidades de mercado, mas a maior preocupação prende-se com a falta de insecticidas para o combate e tratamento às pragas e doenças que prejudicam o desenvolvimento das plantas, bem como fertilizantes e sementes melhoradas.

Joaquim Armando é um cidadão que há 22 anos explora as margens do rio Monapo, bairro com o mesmo nome, arredores da cidade de Nampula, jovem que encontrou no agro-negócio a fonte para o sustento da sua família, composta por quatro pessoas.

Sob a assessoria do projecto francês Essore, os produtores de hortícolas, que exploram a cintura verde da urbe, pretendem constituir uma associação, com a denominação Akhili Mali, que traduzido para português significa “ideia é riqueza”.

O objectivo é capacitar os camponeses e prestar assistência técnica para a utilização de fertilizantes naturais, distribuição de sementes melhoradas e irrigação com recurso a folhas de plantas nativas.

“Quando não temos estrumes adquirimos adubo misturado com areia”, replicou Pastola, casado e pai de dois menores de idade.

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