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A CIDADE de Maputo registou, de Janeiro de 2017 a Março deste ano, 144 casos suspeitos de sarampo, oito dos quais acusaram positivo para rubéola nos exames laboratoriais.

A directora de Saúde da cidade, Alice de Abreu, indicou que nenhum dos casos terminou em óbito.

Como forma de inverter o cenário, o sector está a mobilizar recursos humanos e materiais para a realização da segunda fase da campanha nacional de vacinação, de 21 a 27 de Maio, que prevê abranger 579 924 crianças dos seis meses aos 14 anos de idade. Para o efeito, estarão envolvidas 421 equipas, compreendendo 84 supervisores, 842 técnicos, 824 activistas, 421 mobilizadores e 84 motoristas para os sete distritos da cidade de Maputo.

O objectivo, segundo de Abreu, é eliminar o sarampo e a rubéola até 2020, segundo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Terminada a campanha, a vacina vai passar a ser aplicada de imediato e de forma rotineira no leque das administradas a crianças dos 9 a 23 meses de vida. É preciso lembrar que estas doenças não têm cura. O melhor tratamento ainda é a prevenção, daí que queremos apelar aos pais a levarem as crianças aos postos de vacinação”, disse de Abreu.

A Organização Mundial da Saúde recomenda aos Estados-membros para acelerar o controlo e eliminação do sarampo e da rubéola.

A campanha constituirá também uma oportunidade para reforçar a administração da Vitamina A, a desparasitação das crianças menores de 5 anos, bem como a suplementação com sal ferroso em adolescentes dos 12 aos 14 anos de idade.

O sarampo e a rubéola são doenças virais altamente contagiosas que podem causar complicações graves, incluindo a morte. Em mulheres grávidas, a rubéola pode prejudicar gravemente o feto, causar aborto espontâneo ou bebés com defeitos.

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