Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

AS músicas tradicional e ligeira moçambicanas são uma presença assegurada na 8.ª edição do Festival Azgo a ter lugar sábado no Campus da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), em Maputo, com as performances das bandas Timbila Muzimba e Kapa Dêch.

Este naipe de artistas faz parte de um grupo restrito que, através da sua música, ainda preserva e difunde os valores da moçambicanidade com poucas “contaminações”. Tal se evidencia nos géneros musicais e nas temáticas que exploram.

Ambos os agrupamentos irão partilhar o palco Fany Mfumo. O outro, que antes se designava Gil Vicente, passa a chamar-se Zena Bacar, em homenagem à cantora moçambicana, ícone do folclore da região norte do país e símbolo nacional.

Depois de uma década fora dos palcos, porque desintegrada, Kapa Dêch, um dos grupos revolucionários da jovem música moçambicana, volta com alguns novos integrantes com créditos firmados nos circuitos críticos nacionais.

Actualmente, o agrupamento é integrado por Sizaquel Matlombe, António Firmo (Dodó), Zé Pires, Stélio Zóe, Roberto Isaías, Rufas Maculuve, Pimenta Lifaniça e Jaime Guambe (Mitó). Sendo que algumas das referências que participaram na fundação perderam a vida, nomeadamente António Almão, Salomão Jango - vocal (falecido em 2010), Rogério Nhavane - percussão (falecido em 2010).

Formado em 1996, com uma proposta inovadora para o seu tempo, esta banda conquistou o mundo pela energia da sua música rica em elementos africanos. Com dois álbuns lançados, “Katchume” (1998) e “Tsuketani” (2001), participou em vários festivais na Europa, sobretudo, com mais regularidade na França e Noruega.

Por sua vez, Timbila Muzimba, orquestra musical de timbilas, criada a 6 de Agosto de 1997, em Maputo, é constituído por dez músicos e bailarinos.

São eles Celso (bateria e coro), Cheny Gune (timbila, dibinda e voz), Filipinho (viola baixo), Karen Boswall (saxofone), Lucas Macuácua (voz e dança), Matchume Zango (timbila, xitende e voz), Osório Mahuaie (tambores, congas e coro), Magule Wango (tambores tradicionais, bambu e njele), Tinoca Zimba (voz, dança e njele) e Tsetse (timbila, dibinda e voz).

A música desta orquestra estabelece uma fusão entre os sons e ritmos tradicionais das timbilas com os dos instrumentos modernos. O nome do grupo, Timbila Muzimba, é um tributo ao nome do instrumento da família dos xilofones, a timbila, tradicionalmente de Zavala, na província de Inhambane, e que se tornou num dos símbolos da cultura moçambicana.

A outra acepção do nome está assente no termo “muzimba” (que significa corpo) e que se relaciona com o corpo dos bailarinos que se movimenta vivamente ao som da música.     

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