O poeta e ex-ministro da Cultura, Armando Artur, é o convidado de “Conversas para Enganar o Tempo” do mês em que se celebra o Dia Mundial da Poesia, a ter lugar no próximo dia 19, no Centro Cultural Brasil-Moçambique, em Maputo.

Recentemente, o escritor lançou “A Reinvenção do ser e a dor da pedra” (Cavalo do Mar) e outros nove livros, numa carreira com mais de 30 anos.

Armando Artur pertence à “Geração Charrua”, fruto da revista literária criada por jovens escritores. Durante a sua carreira, Armando Artur foi gestor cultural, secretário-geral da Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO), vice-presidente do Fundo Bibliográfico de Língua Portuguesa e Ministro da Cultura.

É para falar desse percurso, conforme uma nota de imprensa, que é o próximo convidado de “Conversas para Enganar o Tempo”.

Armando Artur, que deu recentemente uma entrevista à revista LITERATAS, onde afirma categoricamente que “sou poeta, nunca deixei de sê-lo, mesmo em funções oficiais, embora agora tenha mais espaço para ser poeta a tempo inteiro”.

Sobre o poeta, o escritor e crítico Marcelo Panguana escreveu que “Armando Artur se torna [é] um poeta do seu tempo, moralista, pedagogo, reflexivo, sonhador, utilizando para isso a exacta metáfora, o poema breve, a palavra curta e transparente”.

“Espelho dos Dias” (1986), “O Hábito das Manhãs” (1990), “Estrangeiros de Nós Próprios” (1996), “Os Dias em Riste” (2002), “A Quintessência do Ser” (2004), “No Coração da Noite” (2007), “Felizes as Águas” (antologia de poemas de amor) e “As Falas do Poeta” (2012), são algumas das obras de Armando Artur.

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