Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

O ESCRITOR brasileiro Luiz Ruffato estará em Moçambique para lançar o seu livro “Eles eram muitos cavalos”, um romance traduzido para várias línguas e aclamado na lusofonia e no resto do mundo.

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A cantora Tchakaze junta-se hoje à noite à intérprete Xemba, no Salão Nobre do Pestana Rovuma, em Maputo, para um concerto dominado pela música ligeira moçambicana, marrabenta e afro jazz.

Desde o ano passado que o espaço acolhe espectáculos toda a quarta-feira, recebendo músicos da velha geração, entretanto, esta hoje terá uma das vozes femininas que gradualmente conquista o seu espaço, de tal forma que em 2015 venceu Melhor Voz Feminina no Ngoma, parada musical da Rádio Moçambique.

Durante o concerto, intimista, ambas artistas irão, em algum momento, partilhar o palco para interpretar os temas de cada uma delas, criando, dessa forma outros sabores para os referidos temas, na medida em que os seus timbres são de escolas diferentes.

Trata-se de um evento que já recebeu referências da música moçambicana, como Aniano Tamele, Chico António, Hortencio Langa, Dilon Ndji ndji.

A iniciativa é da cantora Xemba, que em 2017 lançou um álbum, intitulado “Rhula Afrika”, cujos instrumentistas foram artistas já estabelecidos no país, entre os quais Roberto Chitsondzo, Carlos Gove, Willy & Aníbal, Dodó, Nelton Miranda, Tony Paco e Bernardo Domingos.

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“Um Olhar sobre a Justiça em Moçambique” é o tema da palestra a ser proferida, no próximo dia 11, no Auditório do BCI, pelo escritor moçambicano Mia Couto.

O escritor vai falar para um público formado por Magistrados do Judiciário e do Ministério Público, advogados, escritores, jornalistas entre outros interessados. Nesta palestra, Mia vai dar ênfase a alguns episódios sobre a formação do Judiciário em Moçambique, a partir da sua experiência como jornalista, escritor e ambientalista, sempre com uma dose de estórias contadas com uma mescla de humor que lhe é característico.

De lembrar que em 1990 foi promulgada nova Constituição, adoptando-se o sistema multipartidário e o sistema capitalista. Este dispositivo legal sofreu modificações em 2004 e logo ao início reconhece o pluralismo jurídico, ou seja, a existência de vários sistemas normativos e de resolução de conflitos.

No seu Artigo 4 (Pluralismo jurídico) “O Estado reconhece os vários sistemas normativos e de resolução de conflitos que coexistem na sociedade moçambicana, na medida em que não contrariem os valores e os princípios fundamentais da Constituição”.

A iniciativa da Associação Moçambicana dos Juízes, tem como objectivo discutir e trocar experiências sobre o sistema Judiciário e com este rol de actividades prevê a implantação de um mecanismo de esclarecimento ao público sobre as funções e actividades do Judiciário.

A palestra contará com a abertura do Presidente da Associação Moçambicana dos Juízes, Carlos Mondlane e a moderação da Vice-Ministra do Interior, Helena Kida. (RM)

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A ESCRITA ficcionada será objecto de análise durante os três dias (10, 11, 12) do mês corrente em que vai decorrer “Resiliência 2”, que é um colóquio de literatura, a ter lugar no Deal-Espaço Criativo, em Maputo.

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O Presidente da República, Filipe Nyusi, exortou a todos os moçambicanos para participarem de forma activa na celebração, a 17 de Setembro, dos 200 anos da cidade da Ilha de Moçambique, na província de Nampula. Leia mais

 

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