Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

Dezoito produtores dos distritos de Moamba, Manhiça, Namaacha, Boane, Marracuene e Matola, vão passar a produzir em ambiente protegido, facto que irá permitir colheitas durante todo o ano e aumentar os rendimentos.

Cada uma das estufas tem capacidade de produzir cinco toneladas por ano, com base em técnicas apropriadas de protecção e irrigação gota a gota, operadas por produtores capacitados para o bom aproveitamento da terra para a produção de hortícolas.
Trata-se de um projecto piloto, financiado em 300 mil dólares, sob a coordenação do Desenvolvimento Internacional em Empreendimento de Agro-negocio ( IDE), com suporte da Direcção Provincial da Agricultura.

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A circulação de viaturas na ponte sobre o rio Buzi, no distrito de Mossurize, em Manica, está sujeita a restrições, na sequência de um acidente de viação que destruiu as barras metálicas laterais da infra-estrutura, prejudicando a integridade das vigas de suporte e as ligações destes elementos estruturais.

Um comunicado de imprensa emitido pela Administração Nacional de Estradas (ANE) refere que o acidente ocorreu na Estrada Nacional número 260, que estabelece ligação rodoviária entre a cidade de Chimoio e a vila de Espungabera que, entre outras consequências, causou danos severos à infra-estrutura, que necessita de obras de reparação de emergência.

Assim, de acordo com a fonte, foram estabelecidas medidas restritivas que visam garantir a segurança dos utentes, enquanto decorre o processo de mobilização de recursos para a reparação dos danos causados.

Entre as medidas, a ANE refere-se à limitação para um máximo de 15 toneladas de peso bruto para os veículos que circulem nesta via, observando-se os limites admissíveis por eixo ou grupo de eixos.

No comunicado, a ANE, através do seu Departamento Técnico, apela à colaboração dos utentes da via, que deverão conduzir com prudência e em estrita observância dos limites de carga estabelecidos.

 

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O Governador da Zambézia, Abdul Razak, recomendou, ontem, à Direcção Provincial da Saúde da Zambézia a negociar com a Electricidade de Moçambique as modalidades de amortização da dívida de mais de vinte milhões de meticais e o restabelecimento da corrente eléctrica interrompida segunda-feira.

Abdul Razak reconhece que o Estado enfrenta dificuldades de fundos para pagar vários serviços, por isso, para não afectar os serviços prestados pelo sector há necessidade de as duas instituições encontrarem uma saída.

A empresa Electricidade de Moçambique (EDM ) interrompeu o fornecimento de energia à Direcção Provincial da Saúde da Zambézia e a outras instituições adstritas, nomeadamente, o Hospital Geral de Quelimane e a alguns centros de saúde de Quelimane e Nicoadala. Por motivos sociais e humanitários, a EDM está apenas a fornecer corrente eléctrica ao Hospital Geral de Quelimane.

O governador aproveitou a ocasião para apelar a outras instituições do Estado para racionalizarem o uso de energia. A Direcção Provincial da Saúde esta há cinco dias sem energia, situação que está a afectar vários serviços.

Esta instituição está a dever mais de 22 milhões de meticais resultantes do fornecimento de energia ao Hospital Central de Quelimane, Hospital Geral de Quelimane, centros de saúde dos distritos de Nicoadala, Mopeia, Inhassunge e Morrumbala.

A empresa Electricidade de Moçambique em Quelimane indica que só restabelecerá a energia eléctrica a esta instituição pública após a regularização da dívida.

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A procura de segurança tem vindo a crescer no país devido à dinâmica socioeconómica, os focos de perturbação da ordem em Cabo Delgado e a agenda política nacional, tendo em conta as próximas eleições gerais de 2019, desafiando o Ministério do Interior a incrementar o seu desempenho.

Segundo Jaime Basílio Monteiro, ministro do Interior, que falava quarta-feira no encerramento do XXVIII Conselho Coordenador do MINT, em Chidenguele, província de Gaza, o pelouro é desafiado a elaborar planos pragmáticos de prevenção e combate à criminalidade, imigração ilegal, exploração ilegal dos recursos naturais, falsificação de vistos de entrada e de outros documentos de viagem, de identificação bem como o combate à corrupção. Leia mais

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O Governo está a trabalhar no sentido de aprimorar o quadro regulatório do sector energético, na sequência do incremento da produção e distribuição da energia eléctrica no país.
A actualização e optimização dos instrumentos legislativos têm como principal objectivo permitir maior adesão do sector público aos projectos de produção e distribuição de energia, apostando na participação de todos os intervenientes no processo.
A informação foi avançada pelo Vice-Ministro dos Recursos Minerais e Energia, Augusto de Sousa  Fernando, em entrevista à AIM.
“Volvidos 20 anos, ainda que a Lei de Electricidade em vigor contemple a abertura do mercado, a sua implementação foi de certa forma tímida, pois, desde a sua aprovação, ao nível de produção de energia tivemos poucas iniciativas”, disse.
Segundo o governante, a revisão da Lei de Electricidade é uma das acções em curso visando aprimorar o quadro legal do sector, para além de tomar em consideração o carvão mineral e o gás natural como recursos determinantes no desenvolvimento do sector.
Explicou que a lei em processo de revisão tem algumas inovações, nomeadamente, a simplificação do processo de autorização das actividades de fornecimento de energia eléctrica, participação dos concessionários na cadeia de aprovação dos projectos dos grandes consumidores e estudos e projectos para avaliar e fomentar a utilização de fontes energéticas novas e renováveis.
“Queremos enquadramento do potencial de energias renováveis e o seu papel no aumento de acesso à energia eléctrica, mini-redes e sistemas isolados, seu impacto no aumento do acesso à energia eléctrica nas áreas isoladas da rede”, afirmou.
Disse que Moçambique continua a ser um dos maiores exportadores de energia eléctrica na região, através da Hidroeléctrica de Cahora Bassa, colocando o país na lista dos exportadores de energia limpa, posição que se espera seja ainda mais reforçada com a implementação de outros projectos para responder à demanda interna e exportação do remanescente.
“Com a energia de  Cahora Bassa o país continua a ser um dos maiores exportadores da região. E estamos a cimentar ainda mais a posição com a produção da Central Térmica da Gigawatt, Central Térmica de Kuvaninga, Central Térmica de Ressano Garcia, Central Solar de Mocuba e Centrais Térmicas de Pande e Temane, entre outras”, anotou.
A revisão dos instrumentos legislativos no sector de energia ocorre numa altura em que acções estão em curso visando aumentar a cobertura da rede eléctrica no país, num contexto em que só 30 por cento dos moçambicanos é que têm acesso a este recurso.
Ainda no âmbito do aprimoramento dos instrumentos legislativos do sector da energia, foi lançada, segunda-feira, em Maputo, a Estratégia Nacional de Energia, documento que prevê a expansão da energia para todos os moçambicanos até 2030, num projecto orçado em 5,7 mil milhões de dólares americanos, valor a ser desembolsado por parceiros internacionais e pelo  governo.

 

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