A GOVERNADORA de Gaza, Stella Pinto Zeca, considera que o distrito do Limpopo está a registar passos significativos rumo ao seu desenvolvimento, em vários domínios, destacando o facto de o Governo estar a aproximar os serviços públicos cada vez mais perto dos cidadãos, facto que facilita a vida das populações. Leia mais.

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O CONSELHO Autárquico da cidade de Pemba, capital de Cabo Delgado, procedeu semana passada ao encerramento da lixeira municipal, cedendo, deste modo, à pressão que vinha sendo exercida, nesse sentido, há cerca de sete anos pelos munícipes e outras organizações da sociedade civil.

A transferência da lixeira, instalada num outro local localizado a 22 quilómetros do centro da cidade, é justificada por várias inconveniências na anterior zona, pois, para além de não possuir mais capacidade para acolher resíduos sólidos urbanos, a sua localização no meio de uma área residencial, a unidade comunal de Chibuabuara, constituía um perigo para a saúde pública.

Trata-se, aliás, de constatações de estudos técnicos encomendados no ano passado pelo então Conselho Municipal da cidade de Pemba, os quais mostraram que a lixeira, ora encerrada, com uma área de mais de dois hectares, não tinha capacidade para mais lixo e que a sua localização no meio de uma área residencial, embora seja um assentamento informal, constituía perigo para os moradores.

Devido à relação que se estabeleceu entre o deslizamento da lixeira, com a morte de, pelo menos, nove pessoas por desabamento das casas, desde as chuvas de 2014, e as que se seguiram no mês passado, com a ocorrência do ciclone Kenneth, o chefe da autarquia local, Florete Simba Motarua, decidiu pelo seu encerramento imediato e a sua transferência para um outro espaço localizado a 22 quilómetros do centro da cidade.

Motarua havia prometido encerrar a lixeira municipal antes de 17 de Maio, data em que completou os 100 dias,desde que assumiu a presidência da autarquia da cidade de Pemba.

Para o processo de transferência daquela infra-estrutura, bem assim algumas famílias que vivem actualmente em seu redor, o Fundo de Desenvolvimento Sustentável disponibilizou 120 milhões de meticais, conforme deu a conhecer o chefe da autarquia.

A Associação para Meio Ambiente (AMA), uma das organizações da sociedade civil que se bateu pela necessidade de encerramento e transferência da lixeira municipal, aplaudiu a decisão do presidente por considerar que a mesma vai salvaguardar a saúde e meio ambiente naquela zona da cidade de Pemba.

O coordenador da AMA, Tomás Langa, que falava há diasà margem da cerimónia da entrega de apoio alimentar aos centros de acomodação dos afectados pelo ciclone Kenneth, em Pemba, constituído por farinha de milho, açúcar, arroz, óleo alimentar, material de limpeza e purificação de água, por ocasião da passagem do 29.º aniversário da criação da organização, que se assinala amanhã, destacou igualmente a necessidade de o Conselho Autárquico local tomar medidas enérgicas contra aqueles que fazem a extracção de areia para construção em algumas ruas do bairro de Cariacó.

Segundo ele, esta prática, aliada a uma outra relacionada com uso do lixo para tapamento de buracos e covas, estão a acelerar o problema de erosão e poluição do mar, respectivamente.

A chuva torrencial, que caiu após a passagem do ciclone Kenneth, agravou o problema de erosão na cidade de Pemba, devido, essencialmente,à falta de infra-estruturas de drenagem das águas pluviais e construção em locais outrora protegidas.

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ORGANIZAÇÕES da sociedade civil do distrito de Mulevala, na província da Zambézia, pedem ao Governo para construir mais escolas com material convencional e apetrechá-las com mobiliário escolar, nomeadamente carteiras, com vista a melhorar a qualidade de ensino e aumentar o acesso à educação formal.

A solicitação foi expressa há dias pelos residentes da vila-sede distrital, os quais consideram que,  com a elevação de Mulevala à categoria de distrito, o Executivo devia criar melhores condições de trabalho ao corpo docente, alunos e funcionários públicos, edificando infra-estruturas com material convencional.

Rosalina Jone, presidente do Comité Local de Gestão de Recursos Naturais, entende que, no passado, quando Mulevala era posto administrativo de Ile, justificava-se, mas, com a nova divisão administrativa, são necessários mais recursos, de modo a promover o desenvolvimento através da construção de infra-estruturas. Afirmou que o número de crianças em idade escolar está a crescer, o que exige do Governo a contratação de mais professores, construção de novas escolas e o seu apetrechamento.

Tomás Sebastião, outro líder local do Comité de Gestão de Recursos Naturais, entende que as promessas de construção de uma escola de raiz, feitas pelo Chefe do Estado, Filipe Nyusi, devem ser cumpridas, para reduzir os gastos das famílias com a transferência de alunos para os distritos próximos.

Refira-se que, este ano, o Governo distrital de Mulevala recebeu mais de duas mil carteiras escolares produzidas com madeira apreendida no âmbito da “Operação Tronco”.

A directora do Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia, Anastácia Gabriel, disse, quando entrevistada pela nossa Reportagem, que as carteiras recebidas vão servir a 12.800 alunos do ensino primário. No entanto, indicou que as necessidades em termos de carteiras ainda são grandes.

O distrito de Mulevala conta actualmente com 38.937 alunos de primeira a décima segunda classe. Grande parte destes alunos continua a assistir às aulas em bancos fixos feitos pelas comunidades, como alternativa às carteiras convencionais.

Dos oitenta e oito estabelecimentos de ensino do distrito, apenas treze são de construção convencional.

FALTA DE  CARTEIRAS INFLUENCIA QUALIDADE

A FALTA de carteiras escolares e insuficiência de escolas de material convencional estão a comprometer a qualidade de ensino no distrito de Quelimane.

O cenário é bastante desolador nos postos administrativos e localidades de Maquival, Madal, Ionge e Nhamgome, onde os alunos assistem às aulas sentados do chão e, muitas vezes, as mesmas são interrompidas quando chove, devido às precárias condições das salas edificadas com material precário.

A nossa Reportagem, que esteve recentemente nos postos administrativos de Madal, Maquival e Nhamgome e Manhaua, no município de Quelimane, viu crianças sentadas no chão molhado devido às chuvas, situação que põe em perigo a saúde dos petizes.

Na Escola Primária Completa de Mudenga, em Maquival, por exemplo, quando chove, os alunos são mandados para casa ou se concentram num canto de uma das salas de aula até que as chuvas parem. O mesmo cenário se assiste nas escolas primárias de Manhaua e Nhamgombe, em plena área municipal.

Professores, alunos e encarregados de educação pedem às autoridades governamentais que olhem com mais atenção para este problema, que se arrasta há vários anos.

O distrito de Quelimane tem 122 escolas de diversos níveis e subsistemas de ensino, nomeadamente primário, secundário, técnico-profissional e vocacional, incluindo o Instituto de Formação de Professores.

Dos estabelecimentos de ensino existentes no distrito, 104 são públicas e 18 privadas, nas quais estão matriculados 130.742 alunos, assistidos por 2601 professores.

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MAIS de 47 mil novos contribuintes foram registados nos últimos quatro anos no Sistema de Segurança Social Obrigatóriaem todo o país. A informação foi avançada há dias, na cidade de Tete, pela Ministrado Trabalho, Emprego e Segurança Social, Vitória Diogo, que referiu que a protecção social e trabalho condigno são pressupostos consagrados constitucionalmente,sendo que as empresas são obrigadas a cumprir as suas obrigações. Leia mais

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O distrito de Machaze, a sul da província de Manica, vive o crónico problema da escassez de água potável, sendo que 54 mil pessoas, de um universo de 142 mil habitantes, não têm acesso ao precioso líquido. Leia mais

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