Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

CENTO e setenta centros de saúde das províncias de Gaza, Inhambane, Manica, Sofala e Tete vão fornecer assistência nutricional a 21 mil pessoas ao longo de 2017, fruto de uma contribuição adicional dos Estados Unidos na ordem de 2.7 milhões de dólares.

O financiamento adicional, segundo uma nota do PMA, vai servir para adquirir, transportar e distribuir alimentos fortificados para combater a malnutrição em grupos mais vulneráveis, como crianças menores de cinco anos, mulheres grávidas e mães em aleitamento e que perderam as suas culturas na sequência da recente seca.

Até ao momento, foram distribuídas 100 mil toneladas métricas de alimentos fortificados e em breve serão concedidas mais 770 toneladas métricas.

Os mantimentos estão a ser canalizados, através do Programa Mundial de Alimentação (PMA), que acolheu satisfatoriamente a contribuição com a qual espera apoiar mulheres grávidas e em aleitamento epessoas vivendo com HIV ou Tuberculose (TB) em tratamento anti-retroviral.

“Os Estados Unidos estão comprometidos em apoiar o povo de Moçambique durante estes tempos difíceis. Estamos comprometidos em trabalhar com os grupos mais vulneráveis, tais como pessoas vivendo com HIV e assegurar que as famílias lidem com os efeitos negativos da seca,” disse o embaixador dos EUA em Moçambique, Dean Pittman

A contribuição vem do Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para Alívio ao SIDA (PEPFAR), através da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional(USAID).

Moçambique é um dos 22 países africanos apoiados pelo PEFPAR e um dos oito  prioritários da ONU/SIDA na região da África Austral, onde é necessário acelerar os esforços para erradicar o SIDA até 2030.

Pessoas vivendo com HIV são particularmente vulneráveis à insegurança alimentar e malnutrição. Por outro lado, a medicação antirretroviral que eles tomam se torna mais eficaz quando combinada com boa nutrição. Quando as pessoas nesta condição não têm o suficiente para comer, não aderem ao tratamento, o que pode levar ao aumento da carga viral, infecções oportunistas e progressão da doença. 

Evidências mostram que a insegurança alimentar constitui um dos factores de violência baseada no género, para além de forçar pessoas a envolverem-se em estratégias de sobrevivência prejudiciais, tais como sexo transaccional, o que as pode tornar mais vulneráveis à infecção com HIV.

Desde o seu estabelecimento em 2004, o PEPFAR já investiu 14.2 milhões de dólares em tratamento antirretroviral, assistência alimentar de emergência e reabilitação nutricional de pessoas malnutridas vivendo com HIV e tuberculose em Moçambique.

 

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