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A CIDADE de Lichinga recebe hoje o primeiro comboio de mercadorias que marca o reinício do transporte ferroviário de carga, entre a capital provincial do Niassa e o Porto de Nacala, paralisado há mais de uma década.

O comboio inaugural partiu do Porto de Nacala no dia 14 de Junho, obedecendo diversas escalas para o carregamento e descargamento de mercadorias ao longo da ferrovia, segundo um comunicado de imprensa do gabinete do ministro dos Transportes e Comunicações.

A nota indica que, a composição possui 15 vagões de 40 toneladas cada, sendo cinco vagões de trigo, cinco vagões de cimento, dois de arroz, dois de combustível e um de sal.

Para o ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita que revelou o facto, o reinício do transporte ferroviário de mercadoria para Lichinga representa um marco importante para a dinamização da economia da zona norte do País e da Província do Niassa em particular.

Segundo a fonte, "os custos de transporte de carga de Nacala para Lichinga vão conhecer uma redução de mais de 60%, como resultado desta operação. Actualmente, os operadores rodoviários cobram cerca de 40 meticais por tonelada/quilómetro no transporte de mercadorias neste trajecto", explicou Mesquita, acrescentando que com este feito, fica cumprido o grande objectivo estratégico do Governo que vai trazer enormes benefícios para a melhoria da vida da população, bem como o relançamento da economia naquela parcela do País.

A Cidade de Lichinga depende, em grande medida, de produtos provenientes de Nacala, com destaque para os combustíveis (gasóleo, gasolina, petróleo e gás), material de construção civil como o cimento, produtos alimentares como o sal, trigo açúcar, sabão e outros. No sentido descendente, o comboio vai dinamizar a comercialização agrícola através do escoamento do milho, feijão, batata, entre outros produtos agrícolas cultivados no Niassa.

Numa primeira fase estão programados comboios semanais, estando já criadas as condições para o aumento da frequência e capacidade de tracção, em função da evolução da demanda.

Refira-se que com a reabertura da linha férrea Cuamba/ Lichinga, inaugurada pelo Presidente da República, em Novembro DO ANO PASSADO, a Província do Niassa tem vindo a ser servida pelo transporte ferroviário de passageiros com carreiras regulares para Cuamba, Nampula e Entre – Lagos, explica a fonte.

O transporte ferroviário de passageiros tem um impacto bastante significativo na mobilidade de pessoas e bens, a preços acessíveis à maioria dos cidadãos. No troço Nampula/ Lichinga, os cidadãos pagam uma tarifa social de 365,00Mt, contra os cerca de 1000,00Mt cobrados no transporte rodoviário, lê-se na nota.

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