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A PRIMEIRA-DAMA, Isaura Nyusi, está preocupada com o nível de desistências nos últimos tempos nos centros de alfabetização no país.

A primeira-dama falava sábado, na província de Maputo, na abertura do Encontro Nacional de Avaliação do Movimento de Advocacia, Sensibilização e Mobilização de Recursos para a Alfabetização (MASMA).

“Encoraja-nos saber que os centros de alfabetização registam boa participação, particularmente de mulheres, contudo preocupa-nos o nível de abandonos que se tem registado”, disse.

Na ocasião, a esposa do Presidente da República enalteceu o papel dos centros de alfabetização na construção de carácter dos cidadãos, facto que contribui para o desenvolvimento social do país.

“Mesmo com os avanços alcançados, o país continua a registar uma taxa de analfabetismo que não nos dignifica. No geral, em cada 100 adultos, 45 não sabem ler nem escrever. A situação é ainda mais grave nas mulheres, pois em cada 100 mulheres adultas 58 precisam ser alfabetizadas”, disse.

Para ela, a erradicação do alfabetismo em Moçambique depende de acções integradas e conjugação de esforços coordenados em todos os sectores.

“Esperamos assegurar o ingresso escolar de crianças na idade certa, pois as que não têm acesso em tempo útil ou as que mais tarde desistem engrossam o número de jovens e adultos não-alfabetizados no país”, referiu.

Isaura Nyusi disse que o maior desafio não deve ser somente trazer adultos aos centros de alfabetização, mas também garantir que estes criem condições materiais, morais e psicológicas para que os seus filhos e netos frequentem a escola em tempo oportuno.

“Exortamos os professores, educadores, alfabetizadores e, em particular, os estudantes do ensino secundário e superior a predisporem-se a ensinar e a aprender, com criatividade, entusiasmo, na certeza de que juntos criaremos as condições para um Moçambique íntegro e próspero neste século XXI”, sublinhou.

Por seu turno, a ministra da Educação e Desenvolvimento Humano, Conceita Sortane, referiu que um dos maiores desafios do sector é trazer a população não alfabetizada às instituições de ensino do país.

“O encontro acontece numa altura em que decorre o censo populacional, e isso vai ajudar-nos a saber quantas pessoas são alfabetizadas e não alfabetizadas. Assim, podemos delinear melhor as nossas estratégias”, disse a ministra.

Sortane afirmou ser importante que os parceiros do Governo se empenhem em acções com vista a garantir que os jovens e adultos alfabetizados estejam capacitados para enfrentar os desafios da globalização e da era digital.

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano, cerca de 500 mil moçambicanos frequentam programas de alfabetização e educação de adultos em todo o país, que têm enfoque no ensino da escrita, leitura e cálculos básicos.

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