DUZENTAS e trinta e cinco cidadãos que residiam e trabalhavam ilegalmente no país foram detectados pelo Serviço Nacional da Migração (SENAMI), durante uma operação de fiscalização realizada nos últimos dias em todo o país, visando estabelecimentos comerciais.

No total, segundo a porta-voz do SENAMI, Cira Fernandes, o sector realizou 200 acções de fiscalização, com maior incidência sobre estabelecimentos comerciais, tendo sido possível interpelar 1554 cidadãos estrangeiros. Deste número, segundo explicou, 235 estavam em situação de migração ilegal.

Os mesmos apresentavam infracções como caducidade do DIRE (124); falta de comunicação de mudança de domicílio (32) e imigração clandestina (26). Das nacionalidades dos infractores destacam-se a indiana (31), portuguesa (30) e bengali (28).

“Como medidas tomadas, para os casos dos ilegais por caducidade de DIRE e falta de comunicação sobre mudança de domicílio, foram aplicadas e cobradas multas e aos casos submetidos solicitada a necessária regularização. Quanto aos imigrantes ilegais, estes foram repatriados”, explicou a porta-voz da Migração.

O SENAMI assegura que o trabalho de fiscalização aos estabelecimentos comerciais vai prosseguir, uma vez que é neles onde muitos estrangeiros têm-se escondido assim que entram no país.

Devido à sua situação irregular, os ilegais preferem desempenhar as suas actividades em estabelecimentos de familiares ou pessoas próximas, evitando muita movimentação, de modo a se deparar com as autoridades.

Segundo o SENAMI, Moçambique tem estado a ser muito procurado por cidadãos estrangeiros ilegais, razão porque as autoridades da Migração e da Polícia estão a redobrar esforços no controlo.

É assim que nos seis meses deste ano foram identificados mais de 500 vistos falsos de cidadãos estrangeiros que pretendiam entrar ilegalmente no país.

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