Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

A SAÚDE está a reforçar a sua capacidade de resposta face ao previsível aumento de casos de diarreia, malária, tensão arterial e intoxicação alimentar durante a época quente e chuvosa, que em Moçambique ocorre entre Outubro e Março do ano seguinte.

Paralelamente, o Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) já começou o pré-posicionamento de víveres e equipamentos para intervir em caso de ocorrência de desastres durante a época chuvosa.

A chefe do Departamento de Epidemiologia do Ministério da Saúde, Lorna Gujral, lembra que a época chuvosa é caracterizada pelo aumento da temperatura, da humidade e da pluviosidade, o que cria condições para um maior risco de aparecimento de doenças de fórum hídrico ou a elas relacionadas, a exemplo de problemas na pele e alergias.

“Com o aumento destas doenças, geralmente há um maior fluxo de pessoas nas unidades sanitárias, o que pode aumentar o tempo de espera pelos cuidados de saúde”, observou Lorna Gurjal, reforçando a necessidade de se prevenir estes problemas de saúde optando por medidas de prevenção individual e colectiva.

Acrescentou que a Saúde está a realizar uma campanha de distribuição massiva de redes mosquiteiras, tendo já sido entregues mais de 13 milhões destes meios de prevenção da malária nas zonas norte e centro do país.

O apelo do Ministério da Saúde é feito numa altura em que o distrito de Memba, na província de Nampula, está a registar casos de cólera desde 14 de Agosto último, agora com 109 casos cumulativos e um óbito.

Entretanto, as estatísticas sobre a situação epidemiológica do país mostram para a redução de casos de diarreias em 20 por cento de Janeiro a 9 de Outubro deste ano altura em que foram notificados 492.152 casos e 108 óbitos contra 591.683 casos e 306 mortes em 2016.

Enquanto isso, o INGC confirma disponibilidade de fundos para responder “de forma eficaz” a eventuais desastres causados pelas chuvas, que, numa primeira fase, serão mais intensas no sul e, entre Janeiro e Março de 2018, nas regiões centro e norte do país.

A propósito, o director-geral do INGC, João Machatine, disse esperar que o quadro de gestão das calamidades seja aprimorado, de modo a garantir um adequado controlo interno e gestão financeira, para evitar desvios na utilização dos recursos destinados a financiar as actividades programadas.

O INGC assume que têm havido falhas de procedimentos durante as emergências, momento em que se corre mais para assistir os afectados, olhando-se pouco para as regras. Entretanto, a instituição já está a trabalhar no sentido de prevenir esse tipo de anomalias.

Sábados

CLICKADAS

TEMA DE ...

A multiplicidade étnica e religiosa é, sem dúvida, uma ...

...

A busca por um sistema educacional que incluísse as línguas, ...

Conselho de administração

Presidente: Bento Baloi

Administrator: Rogério Sitóe

Administrator: Cezerilo Matuce

Siga-nos

Template Settings

Color

For each color, the params below will give default values
Tomato Green Blue Cyan Dark_Red Dark_Blue

Body

Background Color
Text Color

Header

Background Color

Footer

Select menu
Google Font
Body Font-size
Body Font-family
Direction