A COBERTURA de partos institucionais cresceu de 72 por cento, em finais de 2015, para 83 por cento em 2017, alcançando a meta do Plano Quinquenal do Governo, antes mesmo do fim do período.

Lídia Chongo, porta-voz do Ministério da Saúde, disse, à margem do segundo dia do Conselho Coordenador desta instituição, que o tratamento da Desnutrição Aguda nas crianças menores de cinco anos, nos adolescentes e nos adultos passou de 72 por cento em 2016 para 81 por cento em 2017.

Segundo a fonte, no período em alusão a cobertura dos métodos modernos de Planeamento Familiar passou de 34 para 41 por cento e das mulheres grávidas em TARV manteve-se acima de 90 por cento.

A interlocutora referiu que o número de crianças HIV positivo que recebem o TARV aumentou de 76.004 em 2016 para 86,255 crianças, em 2017, sendo que acobertura em pacientes com tuberculose e HIV/Sida aumentou em um por cento passando para 95 por cento.

Chongo elucidou que a taxa de notificação da tuberculose por 100 mil habitantes aumentou de 278 em 2016 para 319 em 2017.

Por seu turno, a cobertura de crianças menores de 12 meses de idade completamente vacinadas, de acordo com a fonte, aumentou de 87.5 por cento em 2016 para 90.4 em 2017.

A porta-voz esclareceu que o sector está preocupado com a melhoria do acesso aos serviços para a população, buscando financiamento para a construção de mais unidades sanitárias para permitir aproximar e melhorar a qualidade do atendimento à população.

“O nosso perfil epidemiológico era dominado por doenças infectocontagiosas e transmissíveis, mas começamos a ver com grande preocupação o aumento de casos de doenças crónicas como as diabetes e cancro, tanto para homens como para as mulheres. Por isso, temos que dar resposta a estas situações. Uma das formas é aproximar os serviços de saúde às comunidades”, disse.

No que tange à redução da mortalidade materno-infantil, a fonte disse que foi possível ultrapassar as metas previstas graças ao aumento de partos institucionais e a capacitação das parteiras tradicionais.

Chongo anotou que constitui desafio a expansão do TARV em crianças, assim como a retenção dos adultos que já estão no programa. Precisou que ainda há situações de estigma e discriminação de pessoas vivendo com o HIV/SIDA que não têm tido apoio dos familiares para se apresentar às unidades sanitárias.

“Os doentes não conseguem dar seguimento ao tratamento por causa do estigma. A discriminação influencia negativamente para que os pacientes continuem o tratamento. Apelamos às comunidades e às famílias para apoiarem as pessoas vivendo com o HIV/SIDA, porque só assim vão continuar com a terapia e melhorar a qualidade de vida”, disse.

A fonte defendeu que aprevenção das doenças é a chave do sucesso e são a base para descongestionar os hospitais, assegurar a qualidade de atendimento e responder à demanda imposta ao sector, com enfoque na prevenção do HIV, da tuberculose e da malária.

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