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Complicações de parto e aborto inseguro matam, anualmente, mais de quatrocentas mulheres na província da Zambézia.

A informação foi avançada ontem, em Quelimane, pelo responsável da Saúde Pública na Direcção Provincial da Saúde, na Zambézia, Filipe Vicente, num seminário sobre aborto inseguro.

Segundo a Rádio Moçambique, Vicente afirmou que tendem a aumentar os casos de mortalidade materna nas comunidades, aliados à interrupção da gravidez feita em locais clandestinos, através do uso de métodos impróprios para o aborto. A fonte disse que para inverter o cenário, 20 unidades sanitárias da Zambézia estão a implementar a estratégia de aborto seguro.

“Uma gravidez que resulte de uma violação sexual, a mulher pode não querer ficar com esta gravidez e pretender fazer aborto, mas esse aborto deve ser seguro e com pessoal qualificado. A problemática está em toda a província”, disse.

Refira-se que em Moçambique o aborto em hospital é legal, à luz da Lei 35/2014, de 31 de Dezembro, aprovada com o objectivo de reduzir o número de mortes maternas.

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