Cento e oitenta e dois cidadãos moçambicanos residentes na diáspora beneficiaram, durante o mês de Dezembro, de uma campanha de recolha de dados para a tramitação do Bilhete de Identidade (BI).

Esta actividade foi levada a cabo pela Direcção Nacional de Identificação Civil (DINIC), no âmbito das condições criadas para identificar nacionais, que vivem fora do país.

Segundo o porta-voz desta instituição, Alberto Sumbane, nesta acção, foi planificada a tramitação do documento de identificação para mais de 5.000 pessoas, porém apenas 182 compareceram aos diferentes postos abertos para este fim.

“Acreditamos que este resultado é devido a deslocação de equipas à diáspora, ao longo do ano transacto, como França, Alemanha, Espanha, e, principalmente, na República da África do Sul e Reino Suazilândia,”, explicou.

O porta-voz indicou que todos os pedidos foram atendidos e os respectivos requerentes levantaram os documentos, excepto um caso, em que se verificou um ilícito, na cidade de Xai-Xai, província de Gaza envolvendo uma mulher, residente na África do Sul.

“A cidadã foi neutralizada, num dos pontos da DIC, a tentar tratar o BI com base numa certidão de nascimento, com informações, entre elas, nome e idade, diferentes dos elementos já existentes na nossa base de dados da instituição”, apontou Alberto Sumbane.

A fonte disse que a indiciada de falsificação de identidade responde por esta infracção em liberdade e poderá ser responsabilizada, criminalmente.

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