O GOVERNO da província de Gaza está a incentivar a produção e consumo da mandioca em resposta ao impacto da seca que tem assolado a zona Sul do país,desde há sensivelmente cinco anos. Leia mais

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A LEMUSICA, uma organização feminista de origem alemã, doou, há dias, material escolar às crianças e cesta básica às famílias afectadas pelo ciclone tropical Idai, que fustigou a província em Março. Leia mais

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Várias actividades de filantropia foram desenvolvidas no âmbito das celebrações do Dia Mundial dos Oceanos  na cidade e província de Maputo, com destaque para campanhas de limpeza nas margens das praias, palestras de educação e sensibilização sobre a protecção do meio ambiente.

O Dia dos Oceanos, que se assinalou no passado dia 8 de Junho em todo o mundo, este ano foi celebrado sob o lema “Foco na Conservação: Juntos podemos proteger e restaurar o nosso oceano”.

Segundo a chefe do Departamento de Assuntos de Mar e Águas Interiores na direcção provincial de Maputo, Luísa Amblufoi, a comemoração do Dia dos Oceanos teve seu início a 4 do mês em curso nestas duas províncias.

Amblufoi disse que durante a semana, a sua instituição orientou campanhas de limpeza em coordenação com as comunidades pesqueiras da praia da Costa do Sol, do Língamo, na cidade da Matola, e do centro de pescas de Quilómetro 16, Matola-Rio, distrito de Boane, com enfoque à recolha de lixo plástico, o produto mais nocivo às águas, e o plantio de mangais.

“Realizámos várias palestras sobre a importância do oceano e água em geral. Procurámos explicar os perigos da devastação desenfreada do mangal e sensibilizámos os pescadores, banhistas e o público em geral sobre a importância dos oceanos e cada um deve dar o seu máximo na sua conservação e protecção”- disse Amblufoi. 

Referiu que o centro pesqueiro de Quilómetro 16 foi escolhido para acolher as cerimónias centrais a nível de Maputo-cidade e província por se ter ter revelado um modelo na conservação do ecossistema de mangal.

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O governo, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e financiamento da União Europeia (UE), inaugurou uma pequena unidade fabril com capacidade para processar 700 quilos de mandioca por dia, na sede do distrito de Massingir, na província de Gaza.
A unidade fabril é fruto de um projecto designado “Melhoria da Cadeia de Valor da Mandioca na Província de Gaza”, que tem como objectivo estimular as micro, pequenas e médias empresas e contribuir para a redução da pobreza, através de oportunidades de geração de renda e de emprego nas zonas rurais, refere um comunicado de imprensa enviado à AIM.
A empresa privada, de pequena escala, vai também processar mandioca de outros 215 produtores das áreas circunvizinhas, contribuindo assim para a dinamização da produção de mandioca no distrito.
A unidade de processamento foi inaugurada pela governadora da província de Gaza, Stella Pinto Novo Zeca, que durante a sua intervenção apelou à população no sentido de trabalhar para aumentar a produção de culturas resistentes à seca, como a mandioca.
“As mudanças climáticas vieram para ficar e nós temos que apostar em culturas resistentes, que toleram a falta de água. A FAO aceitou o desafio de apoiar o governo no aumento da produção e no processamento da mandioca, mas também na multiplicação de estacas, e hoje veio apresentar-nos os resultados deste investimento. Nós agradecemos em nome da população”, disse a governadora.
“A nossa aposta é aumentar o consumo da mandioca. Se cada um de nós começar a incluir a mandioca no seu menu, estaremos a contribuir para que os nossos produtores possam aumentar cada vez mais a produção. E a mandioca é um alimento seguro e contribui para o desenvolvimento das crianças e dos adultos”, concluiu.
O representante da FAO, Olman Serrano, garantiu que aquela agência das Nações Unidas vai continuar a apoiar o governo na adopção de culturas cada vez mais resilientes às mudanças climáticas.
A iniciativa marca o culminar do Projecto de Cadeia de Valor da Mandioca nos distritos de Massingir e Mabalane, que iniciou em Junho de 2016.
Em Massingir, o projecto, que teve a duração de três anos, está a beneficiar 534 produtores (384 mulheres) organizados em seis associações e oito produtores individuais.
Inicialmente, foram estabelecidos 11,25 hectares de campos de multiplicação de estacas, de onde foram cortadas 112 420 para a criação de campos de produção de mandioca.
O distrito possui, actualmente, 62 hectares para a produção de estacas de mandioca, que poderá ser consumida fresca ou processada.
Já foram colhidos 18 hectares que produziram 214 470 quilos de mandioca fresca para o consumo das famílias ou para processamento e posterior venda em feiras e mercados.
O projecto já adquiriu três unidades de processamento mecânico, com capacidade para processar 700 quilos de mandioca por dia e que foram distribuídas por igual número de beneficiários do projecto.

 

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A Hidroeléctrica de Cahora Bassa, em Tete, está a levar a cabo um estudo para identificar novas alternativas de produção de energia, com vista a fazer face a uma eventual escassez de água no rio Zambeze, devido às mudanças climáticas.
Trata-se de um estudo cujo projecto vai permitir diversificar a produção e venda de energia eléctrica no país e na região austral de África.
Moisés Machava, administrador da HCB, disse à Rádio Moçambique que a estratégia visa encontrar outras fontes de produção de corrente eléctrica nos próximos anos, à luz da implementação do projecto de mitigação dos efeitos das mudanças climáticas.
Moisés Machava, que falava em Xai-Xai, Gaza, sul do país, garantiu que actualmente a albufeira de Cahora Bassa continua com bons níveis de armazenamento de água para a produção de energia eléctrica, estimados em 93 por cento.
Moçambique é um dos poucos países em África que possui, actualmente, um excesso de oferta de energia eléctrica (mas contrasta com a taxa de acesso da mesma à população), graças à energia hídrica disponível a partir da barragem de Cahora Bassa, que tem uma capacidade instalada de cerca de 73 por cento da capacidade de geração instalada do país.
A HCB tem como meta para 2019 uma produção de 14,809 gigawatts hora. Em 2018, a produção fixou-se em 13,659 gigawatts hora.

 

 

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