Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

O Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH) havia matriculado,  até 30 de Novembro, em todo o país, um total de 746.838 crianças, o equivalente a 48,7 por cento, contra 1.534.540 novos ingressos previstos para a primeira classe.

Segundo Manuel Simbine, porta-voz do MINEDH, a fraca adesão ao processo de matrículas para novos ingressos para a primeira classe deve-se a um provável descuido por parte dos pais.

Alega que os pais e encarregados de educação deixam de regularizar a situação de seus educandos a tempo para os últimos dias, apontando, como outra causa, a provável falta de informação sobre o processo de inscrição.

 “Nesse sentido, o MINEDH está a fazer um trabalho de sensibilização junto das comunidades sobre a inscrição de crianças com idade escolar.

A matrícula de novos ingressos para a primeira classe começou no dia 01 de Outubro e termina no próximo 31 do corrente mês.

Simbine avaliou positivamente o processo de exames da 10ª e 12ª classes, realizados de 26 a 28 de Novembro, referentes à primeira época.

Relativamente à provável fraude propalada pelas redes sociais, Simbine disse que até ao momento não existem evidências claras de que tenha se consumado a referida fraude, porque, segundo ele, o MINEDH também só acompanhou através dos mesmos meios de comunicação.

Neste momento existe uma equipa de inspecção que está a trabalhar no caso para o seu esclarecimento, garantindo que se for provado que houve fraude, o assunto merecerá o devido tratamento, segundo preconiza a lei.

Informou que os resultados da primeira época devem ser divulgados até amanhã dia 07, para dar lugar à realização de exames da segunda época, que deverão decorrer de 10 a 12 do corrente mês.

Respondendo à questão levantada em relação à divulgação dos resultados, enquanto decorre a investigação sobre a suposta fraude, disse que são dois processos que correm em separado.

“Mesmo depois de divulgados os resultados, se for provado que houve fraude os infractores serão penalizados severamente, para que a lei seja respeitada” – alertou.

SAMUEL UAMUSSE

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Cinco cidadãos nacionais estão sob custódia policial na cidade de Chimoio, em Manica, suspeitos de uso e falsificação da moeda nacional.

A detenção ocorreu, quando no passado fim-de-semana, os cidadãos pretendiam fazer compras num estabelecimento comercial no bairro Chinfura, tendo o comerciante descoberto que os mesmos, eram portadores de notas falsas de metical.

Segundo a Radio Moçambique, os indivíduos de idades compreendidas entre dezasseis a vinte e nove anos, usavam, uma impressora para multiplicar notas falsas de duzentos meticais.

Um dos detidos, que é reincidente no crime da mesma natureza, nega o seu envolvimento no caso.

Dois menores de dezasseis e dezassete anos, também suspeitos neste crime, também negam o seu envolvimento.

O proprietário da reprografia, onde se fazia a multiplicação das notas, confirma ter visto imagens de notas de metical, num dos computadores.

O porta-voz do comando provincial da PRM em Manica, Mateus Mindú, apela à sociedade a denunciar os criminosos.

 

 

 

 

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O Governo vai destinar, no exercício económico de 2019, pouco mais de 196 milhões de meticais para as comunidades de onde provêm as receitas de exploração florestal, faunística, mineira e petrolífera.
De acordo com a proposta de lei do Orçamento do Estado para 2019, apresentada no parlamento pelo Ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane, “a racionalidade destas transferências reside da necessidade de proporcionar o bem-estar às populações visadas, permitindo que definam as prioridades de afectação destes recursos através dos conselhos consultivos distritais”.
Do montante em questão, 112,9 milhões de meticais provêm da taxa de 20 por cento sobre a arrecadação das receitas de exploração florestal e faunística, em benefício das comunidades locais, onde são extraídos os respectivos recursos.
As maiores transferências irão para as províncias de Tete, Sofala e Cabo Delgado, com 40,2 milhões, 19,2 milhões e 17,6 milhões de meticais, respectivamente.
As províncias de Maputo, Gaza e Inhambane; Zambézia e Manica, Nampula e Niassa repartem o remanescente.
Enquanto isso, 83,4 milhões de meticais destinam-se às comunidades de onde provêm as receitas das actividades de exploração mineira e petrolífera. 
A localidade de Nyamanhumbir (província de Cabo Delegado), onde se exploram rubis, deverá receber 22,9 milhões de meticais, e as localidades de Cateme, 25 de Junho e Chipanga II (província de Tete), com 13,7 milhões cada, são as que recebem maior fatia na componente exploração mineira e petrolífera.
Maimelane e Pande (em Inhambane) repartem cerca de 5,4 milhões de meticais pela exploração do gás natural; Benga e Marara (Tete) cerca de 6,6 milhões pelo carvão mineral; e Penhalonga e Manica (província de Manica), têm cerca de 1,2 milhão pela exploração de ouro. 
As localidades de Topuito (Nampula) e Mitange (Zambézia) deverão receber 6,2 milhões de meticais pela exploração de areias pesadas.

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A União Europeia desembolsou 3,7 milhões de euros para apoiar um projecto de fortificação de alimentos básicos no âmbito do combate contra a desnutrição, segundo um comunicado ontem divulgado.

"A fortificação de alimentos é reconhecida como uma forma muito eficaz de responder à carência de micronutrientes, um factor importante da malnutrição em Moçambique", disse a chefe de Cooperação da União Europeia em Moçambique, Isabel Faria, citada num comunicado do Programa Mundial para a Alimentação das Nações Unidas (PMA).

O projecto, que teve um período de cinco anos, abrangeu 45 indústrias distribuídas por todo o território e foi implementado pelo PMA, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA).

"Um ponto chave da abordagem foi o envolvimento do sector privado e da indústria, que foi fundamental para expandir estes produtos a nível nacional", acrescentou a chefe de Cooperação da União Europeia em Moçambique.

O Ministro da Indústria e Comércio, Ragendra de Sousa, disse que a desnutrição crónica é um problema de saúde pública no país, afirmando que para o Governo moçambicano o combate a este problema é uma prioridade.

"É necessário continuar a criar a consciência na população sobre a importância do consumo de alimentos fortificados e por essa via constituir prioridade à implementação de intervenções que permitam fortificação a nível rural, onde se encontra a maioria da população moçambicana", afirmou o governante.

O Programa de Fortificação de Alimentos em Moçambique, que termina este ano, enquadra-se nos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM1c), e tem como prioridade, entre outras metas, a redução da fome no país.

Dados avançados pela FAO indicam que Moçambique perde anualmente cerca de 1.300 milhões de euros, o correspondente a 10,9% do Produto Interno Bruto (PIB), devido à desnutrição crónica, que afecta 43% de crianças menores de cinco anos no país.

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A FRACA adopção de medidas de redução de risco, capacidade institucional de prontidão, resposta e recuperação pós-emergência, bem como a existência de infra-estruturas críticas não resilientes em zonas de maior exposição continuam a colocar Moçambique como um dos países vulneráveis à ocorrência de desastres. Leia mais

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