A Associação Amigas Solidárias ofereceu um almoço, roupa diversa e material escolar a cerca de 600 crianças órfãs e vulneráveis de orfanatos da cidade de Tete, por ocasião da quinzena da criança, aberta a 1 de Junho, Dia Internacional da Criança.

A filha do Presidente da República de Moçambique, Cláudia Nyusi, presidente da agremiação, disse na ocasião que faz três anos que a associação oferece almoços às crianças desfavorecidas no dia 1 de Junho, Dia Internacional da Criança e 25 de Dezembro, por ocasião do Natal.

Afirmou que cada ano que passa a associação reafirma o seu papel na área do apoio social, interagindo com crianças de vários quadrantes do país.

O crescimento da Associação Amigas Solidárias, acrescentou, é o resultado do ensinamento obtido de crianças de diferentes locais deste país, que estão separadas fisicamente, mas têm sonhos comuns, de serem felizes, crescerem fortes e num ambiente de paz e amor.

“Ser criança é acreditar que tudo é possível, é ser feliz com tão pouco, ser capaz de fazer amigos sem saber o seu nome. Em  suma, ser criança é, na verdade, ser aquilo que nós os adultos nunca deveríamos deixar de ser’’, frisou Cláudia Nyusi na sua intervenção durante o almoço.

Para a Associação Amigas Solidárias, estar com as crianças desfavorecidas e vulneráveis é uma grande responsabilidade, sobretudo nas regiões centro e norte do país afectadas pelos ciclones Idai e Kenneth, onde é preciso encontrar soluções imediatas para a população, em particular para as crianças que ficaram sem berço e sem tecto.

Cláudia Nyusi aproveitou a ocasião para louvar os esforços empreendidos pelos governos provinciais, em particular o executivo da província de Tete, pela sua dedicação, que culminou com a minimização do impacto das inundações do rio Revúbuè nos bairros Chingodzi, Matundo, Filipe Samuel Magaia, Samora Machel e Mpáduè, deixando crianças desalojadas e despojadas dos seus bens.

“Porque este mês é da criança, estamos aqui para transmitir-vos amor, coragem e incentivar-vos a nunca abandonarem a escola, para que ainda que pequenos consigam enfrentar todos os obstáculos que a vida e a natureza nos impõe. Nós, os adultos, temos a responsabilidade de garantir a vossa protecção e o cumprimento dos vossos direitos”,  acrescentou.

No almoço, que contou com a parceria de diversas instituições e pessoas singulares, estiveram como convidadas a filha do Presidente da República da Zâmbia, a representante da filha do Presidente da Namíbia, entre outros convidados da região. Refira-se que a Associação Amigas Solidárias já organizou eventos semelhantes, nos três anos da sua existência, nas províncias de Cabo Delgado, Inhambane e Maputo.

BERNARDO CARLOS

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O SECTOR da Agricultura na província de Nampula está a incentivar os pequenos agricultores a produziremem bloco, como forma de maximizar os ganhos da mecanização agrária, uma componente crucial para o alcance das metas da campanha agrícola 2018/2019. Leia mais

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MULHERES afectadas pelo ciclone Idai em Março, na província de Sofala, estão a desenvolver habilidades em olaria e artesanato, além de participarem num programa de reabilitação psicológica no centro de reassentamento de Magandafuta, no distrito do Dondo. Leia mais

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O Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH) continua preocupado com os níveis dedesistência da rapariga na escola, apesar de estar a registar números encorajadores no acesso àeducação para todos em Moçambique.

Consciente das várias razões,que são apontadas como estando por detrás do fenómeno, como são os caos de casamentos prematuros, gravidezes indesejadas e a falta do apoio familiar, o governo entende que urge a necessidade de adopção de mecanismos de protecção e retenção da rapariga na escola.
A preocupação foi manifestada ontem, em Maputo, pela Ministra da Educação e Desenvolvimento Humano, Conceita Sortane, na abertura da Conferência Internacional Sobre a Educação da Rapariga, que decorre na capital do pais, Maputo.
“Neste momento preocupam-nos os níveis dedesistência da rapariga e há uma necessidade de adopção de mecanismos de protecção e retenção da rapariga, incluindo aquela que estiver emestado de gravidez”, disse, citada pela AIM.
O maior desafio para o sector de educação, junto com os parceiros, é criar instrumentos de mobilização e consciencialização da sociedade sobre a importância da educação da rapariga, criando condições para uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade, com particular atenção para a rapariga.
“O nosso principal desafio é a mobilização dos pais e encarregados de educação, incluindo toda a comunidade escolar, para sensibilizar e apoiar as suas filhas, de modo a irem à escola aprender e concluíremos níveis de ensino”, afirmou.
De acordo com a ministra, os casamentos prematuros e a gravidez precoce continuam a constituir um entrave que limita o desenvolvimento da rapariga em Moçambique, reiterando a necessidade de um combate sem tréguas a esses males. 
“Cerca de 1233 alunas em 2017 foram vítimas de casamentos prematuros, e nos últimos 3 anos 7417 alunas estiveram em estado de gravidez precoce, tendo algumas desistido de ir à escola”, revelou.
O outro desafio, não menos importante, segundo a fonte, é o robustecimento das acções de saúde sexual reprodutiva na comunidade escolar, para garantir a gestão de higiene menstrual, prevenção de cancro doútero, das DTS, HIV-SIDA e mais, potenciando todas as principais ferramentas de educação para a saúde, com especial enfoque para a zona norte do país, onde os problemas de saúde sexual e reprodutiva na rapariga são mais frequentes.
Para a governante, a conferência,que decorre em Maputo,acontece numa altura em que o Governo está a envidar esforços para a reconstrução dos danos causados pelos ciclones Idaie Kenneth, no centro e norte do país, tendo destruído, principalmente,nas províncias de Sofala e Cabo Delgado, 4035 salas de aula, afectando 233455 alunos e 10576 professores.

 

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Mais de 700 motociclistas e velocípedes foram formados, esta semana, em Nhamatanda, província de Sofala, em matérias de código de estrada e segurança rodoviária para condução defensiva.

A formação, que encerra amanhã, é orientada pela Associação de Defesa dos Direitos dos Polícias.

O presidente da agremiação, Nazário Muanambane, disse à Rádio Moçambique que depois de Nhamatanda, a iniciativa vai abranger os distritos de Dondo, Beira, Marromeu e Caia.

No total, espera-se que a formação em matéria de código de estrada e segurança rodoviária para condução defensiva abranja quatro mil motociclistas e velocípedes de toda a província de Sofala.

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