Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

A ORGANIZAÇÃO dos Trabalhadores de Moçambique - Central Sindical (OTM-CS) considera que as normas sobre indemnizações contidas na actual Lei do Trabalho propiciam despedimentos em massa. Leia mais

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PROMOVER a orientação vocacional, formação profissional e emprego para pessoas portadoras de deficiência continua a ser um desafio para o Governo, para que esta camada social goze dos mesmos direitos que os demais cidadãos. Leia mais

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O USO de redes impróprias está a colocar em risco a actividade pesqueira em Machangulo, distrito de Matutuíne, província de Maputo. Uma das consequências do facto é que já se regista fraca captura, o que compromete a sobrevivência de centenas de pessoas que têm no mar o seu ganha-pão. Leia mais

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Inspecção Nacional de Actividade Económica (INAE) chama à atenção aos cidadãos a ter muita cautela sobre as promoções de produtos no mercado, sobretudos os alimentos.

Segundo Virginia Muianga, porta-voz da INAE, este momento é de procura generalizada de produtos alimentares, cosméticos e vestuário, para que as pessoas passem, condignamente, as festas de Natal e do fim do ano.

Muianga aconselha a população no geral para que observe bem a validade do produto antes de pagar, porque nem toda promoção é bem-vinda.

“Existem comerciantes de má-fé, que ao notar que o produto está quase a expirar o prazo, colocam em promoção e sem informar ao cliente sobre a validade do mesmo. O cliente compra com um orgulho inocente, pensando que se trata de uma sorte, enquanto é um perigo e atentado á saúde, até mesmo à vida”- explicou.

Alertou que todo o produto em promoção deve ter a data de validade nítida para que o cidadão o adquira e o consuma dentro da validade.

A porta-voz disse que todos os bens e serviços à venda devem possuir preço total, já incluso o Imposto do Valor Acrescentado (IVA).

“A INAE está desde o mês de Novembro a trabalhar no âmbito da quadra festiva”, disse, tendo acrescentado que estão no terreno cerca de 250 inspectores, divididos em 60 brigadas a nível nacional, cada brigada tem quatro inspectores. “Temos 11 piquetes, correspondente a igual número de províncias, totalizando 12, contando com a INAE da Sede. Cada piquete é constituído por quatro inspectores”- garantiu.

Indicou que a INAE está no terreno a fazer a fiscalização como sempre, mas com intensidade na verificação da qualidade de serviços e produtos, na qual se observa a validade do produto e o sistema de armazenamento recomendado.

De Novembro até cá, já foram fiscalizados cerca de 1.600 estabelecimentos comerciais, em todo o país, com maior incidência no ramo de retalho, que atingiu 840 casos, seguido de venda a grosso com 100 fiscalizados.

Destacou as províncias de Manica, Sofala e Maputo-cidade como sendo as mais fiscalizadas com 500, 300 e 100 inspeccionados, respectivamente.

Informou também que ao longo da semana finda, a INAE encerrou três unidades económicas do ramo da restauração, dois deles devido ao exercício de actividades sem observância das regras recomendadas e um por falta de licença.

SAMUEL UAMUSSE

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Indivíduos desconhecidos ameaçaram de morte dois jornalistas da Rádio Moçambique, anunciou hoje o Instituto de Comunicação Social da África Austral (MISA, sigla inglesa), organização de defesa da liberdade de imprensa.

Os jornalistas foram ameaçados quando faziam a cobertura da repetição das eleições autárquicas no município de Marromeu, no centro do país, a 22 de Novembro.

A Rádio Moçambique (RM) participou a referida ocorrência junto do Comando Distrital da Polícia que, por sua vez, aconselhou os jornalistas a evitar deslocarem-se às mesas de assembleia de voto durante o apuramento dos resultados.

As ameaças terão sido feitas por elementos do principal partido da oposição, a Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), relata a RM, que terão acusado pelo menos um jornalista de favorecer a Frelimo. 

"O MISA Moçambique condena todo o tipo de ameaça aos profissionais de comunicação social e aconselha os partidos políticos a absterem-se de tomar os jornalistas como culpados dos resultados dos seus partidos", refere a organização.

"Esperamos que a Polícia identifique os indivíduos para que sejam responsabilizados pelas ameaças", conclui a organização de defesa da mídia em Moçambique.

A Frelimo venceu as eleições na vila de Marromeu, por 46 votos.

 

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