Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

O Grupo Pestana, um dos maiores operadores da indústria hoteleira, ficou sem uma das suas estâncias turísticas na Ilha de Bazaruto, na província de Inhambane, na sequência da destruição, na madrugada de sábado, de 13 dos 16 bungalows que compunham este que é o mais antigo e maior hotel no distrito de Inhassoro.

Segundo o director provincial de Cultura e Turismo de Inhambane, Fredson Bacar, o incidente pode ter sido provocado pela explosão de uma botija de gás.

Não foram reportadas vítimas humanas porque a estância não tinha hóspedes, já que há cerca de dois anos que a mesma se encontra fechada para obras de reabilitação. No entanto, registaram-se avultados danos materiais.

Fredson Bacar disse que tal é um grande revés para a actividade turística na província, numa altura que tudo está sendo feito para reanima-la.

“O Grupo Pestana mobilizou grandes investimentos para a reabilitação e modernização das suas casas, além da execução da segunda fase do projecto, que seria a expansão do número de casas”, disse Bacar.

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QUINHENTAS setenta mil crianças das províncias da Zambézia e Nampula vão beneficiar, a partir deste ano, de um plano de resposta do governo e parceiros visando a redução da desnutrição crónica, um problema de saúde pública e responsável pelo baixo crescimento e fraco desempenho escolar.

O plano lançado sexta-feira pela Vice-ministra da Agricultura e Segurança Alimentar, Luísa Meque, no município de Guruè, na província da Zambézia, faz parte da Estratégia de Comunicação para a Mudança Social e de Comportamento para a Prevenção da Desnutrição no período 2017-2021 e do Plano Quinquenal do Governo.

Luísa Meque pediu o envolvimento de todos os segmentos da sociedade nesta campanha com vista a reduzir a desnutrição crónica e melhorar o estado nutricional das crianças.

Segundo a vice-ministra da Agricultura e Segurança Alimentar, as províncias da Zambézia e Nampula foram priorizadas pelo facto de apresentarem as mais altas taxas de prevalência da desnutrição, situando-se em quarenta e um e cinquenta por cento, respectivamente.

A governante desafiou os governos provinciais, distritais e as comunidades a reduzirem a taxa de desnutrição crónica para metade, nos próximos cinco anos, aproveitando melhor o potencial agrícola existente, em particular nestas duas províncias.

Recomendou maior envolvimento dos sectores cruciais, como de Agricultura e Segurança Alimentar e Saúde, para ampliar os serviços nutricionais e de água, saneamento e higiene com particular ênfase na janela dos primeiros dois anos de vida da criança.

A dirigente pediu aos parceiros para estenderem o seu apoio a outras províncias do país, com vista a melhorar o estado nutricional das crianças e contribuir de forma signifitiva para o desenvolvimento do país.

O programa de resposta à desnutrição crónica está avaliado em mais de 29 milhões de euros, contribuição da União Europeia e do UNICEF.

A estratégia será implementada nos distritos Monapo, Nacala-a-Velha e Ribaué, na província de Nampula, Pebane, Molumbo, Gurué e Lugela na Zambézia.

Os distritos escolhidos variam em termos de tamanho, demografia, topografia, cobertura de serviços sociais e compromisso para enfrentar a desnutrição.

O representante do UNICEF, Marcoluigi Corsi, disse na ocasião que o programa vai contribuir para melhorar as intervenções de nutrição, água, saneamento e higiene para crianças menores de cinco anos. Afirmou na ocasião que metade das crianças em Moçambique sofre de desnutrição crónica.

Por seu turno o representante da União Europeia disse que a desnutrição crónica afecta mais de dois milhões de crianças na província da Zambézia, situação que pode comprometer o desenvolvimento social e económico se não forem encontradas respostas adequadas.

A União Europeia diz que o Estudo sobre o Custo da Fome mostrou que aproximadamente 62 mil milhões de meticais (US $ 1,7 mil milhões) foram perdidos em 2015 como resultado de desnutrição infantil, facto que impede as crianças de desenvolverem o seu pleno potencial.

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O NOVO regulamento de avaliação nos subsistemas de ensino primário, secundário e alfabetização e educação de adultos só será efectivo após a sua ampla divulgação junto de todas as partes interessadas, particularmente alunos, pais e encarregados de educação.

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