Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

A chefe do Fundo de Investimento de Acção Climática (CIF), Mafalda Duarte, dá nota positiva aos padrões desenvolvidos por Moçambique na construção de infra-estruturas resilientes aos efeitos das calamidades naturais.

A apreciação surge na sequência da recente visita por ela efectuada à província de Gaza, na região de Marula e nos distritos de Guijá e Chibuto, locais que são palco de projectos executados pelos ministérios da Agricultura e Segurança Alimentar e das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, na resposta às mudanças climáticas.

Numa conferência de imprensa que teve lugar ontem, em Maputo, Mafalda Duarte manifestou o cometimento da sua entidade de continuar a apoiar o país em investimentos na área de obras resilientes aos efeitos deste fenómeno.    

O maior fundo multilateral de apoio à acção climática tem um orçamento de oito milhões de dólares norte-americanos e actualmente apoia 72 países em vias de desenvolvimento, com projecto nas áreas de energias renováveis, transporte sustentável, eficiência energética, resiliência ao impacto dos eventos naturais extremos e na área de desenvolvimento florestal.

O apoio a entidades públicas e privadas é feito por via de bancos multilaterais de desenvolvimento, como é o caso do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) e do Banco Mundial (BM).

O Fundo foi criado em 2008 e actualmente está a seleccionar um número muito limitado de projectos tangíveis em diferentes países, onde colhe depoimento das comunidades locais sobre a eficiência e benefícios do que é desenvolvido.  

“O nosso objectivo é levar as experiências de testemunho ao nível internacional para podermos mobilizar mais recursos para acção na área das alterações climáticas”, disse.

Actualmente, para além de Moçambique, o Fundo elegeu países como Marrocos e Gana, com um investimento em mais de 25 países de África.

Para a escolha de Moçambique pesou a exposição face à ocorrência de eventos climáticos cíclicos, com alguma intensidade como, por exemplo, cheias e secas, com forte impacto no sector económico.

“Temos um programa de um pacote de 120 milhões de dólares norte-americanos, alavancamos recursos do governo através de bancos multilaterais em mais de 500 milhões de dólares”, salientou.

Com representantes do governo da província de Gaza e das equipas do BM e do BAD, Mafalda Duarte visitou três dos projectos-piloto em implementação em Marula, Guijá, Chibuto e testemunhou os resultados destes na área de electrificação, bombagem de água, irrigação e construção de estradas resilientes aos impactos climáticos.       

A comunidade de Chaimite é outro local escalado por Mafalda Duarte, que confirma a qualidade da estrada financiada pelo CIF, numa zona antes de difícil acesso.  

“Visitamos um projecto co-financiado por nós e pelo Banco Mundial. Ouvimos o testemunho das comunidades sobre a importância da estrada, que ultrapassa a dimensão física e transcende para o desenvolvimento humano e económico, através da disponibilidade de acesso a serviços de saúde e educação e compra de alimentos”, exemplifica.

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