Perto de 400 variedades de semente de milho estão a ser testadas no distrito de Vandúzi, província de Manica, com vista a extrair-se uma espécie resistente à seca e à praga da lagarta que ataca aquele cereal.

A iniciativa está a ser desenvolvida pela Phoenix Seeds, companhia vocacionada na produção e comercialização de sementes melhoradas.

As condições agro-ecológicas como temperaturas altas e baixas altitudes são elementos que, segundo a firma, concorrem para a redução do rendimento das sementes importadas.

Kevin Gifford, sócio-gerente da Phoenix Seeds, explica que os ensaios começaram na campanha agrícola 2018/2019 com o suporte de pesquisadores e da Semit, uma multinacional produtora de sementes.

As variedades Namuli 2M521 e 2M523 são algumas das que têm mostrado mais tolerância à seca. Na presente campanha agrícola foram processadas 300 toneladas de semente de milho só na variedade 2M523, numa área de 60 hectares.

A comprovar-se a resiliência das sementes, a compra deste produto nos países vizinhos como a Zâmbia e África do Sul poderá passar para segundo plano.

As sementes produzidas no complexo agro-industrial da Phoenix Seeds, em Vandúzi, abastecem o mercado nacional, com destaque para as províncias da Zambézia, Nampula e Gaza.

Paralelamente, estão em curso testes com 90 variedades da semente de soja, uma cultura de rendimento com grande procura na indústria avícola. No ano passado foram produzidas 70 toneladas de soja, das quais 20 com apoio de pequenos agricultores.

Um dos constrangimentos na produção da semente de soja é a progressão da lagarta da soja, cujos pesticidas ainda são escassos. A Phoenix Seeds opera desde 2002 e conta com uma capacidade de processar 26 a 30 toneladas de sementes de milho e soja por dia.

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