Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

Um veleiro tradicional feito, inteiramente, de lixo plástico, recolhido nas praias e cidades do Quénia, fará a sua viagem inaugural, no final deste mês, de Lamu, no Quénia até Zanzibar, na Tanzânia.

A expedição de 500 quilómetros fará paragens em várias comunidades, para mudar mentalidades sobre os resíduos de plástico.

A embarcação designada “FlipFlopi” é o primeiro veleiro de nove metros feito de 10 toneladas de plástico descartável, construído por uma equipe, que pede uma “revolução do plástico” para conter o fluxo de até 12 milhões de toneladas de resíduos plásticos, que são despejados, todos os anos, nos oceanos.

Outra meta é destacar o potencial da reutilização dos resíduos plásticos.

O barco baptizado no final de 2018, em Lamu, fez uma parceria com a campanha Mares Limpos da Agência da ONU para o Meio Ambiente, Pnuma, que envolve governos, sector público e sector privado na luta contra a poluição por plásticos.

Nove países africanos já assinaram a campanha, prometendo tomar medidas para combater a poluição marinha.

A directora executiva interina do Pnuma, Joyce Msuya, considera que o “Flip-Flopi” é uma “prova viva” de que se pode viver de maneira diferente. Para a responsável, este barco é um “lembrete da necessidade urgente de repensar a forma como fabricamos, usamos e gerimos o plástico de uso único.”

A responsável destaca que o Quénia “demonstrou uma tremenda liderança ao abordar a epidemia do plástico descartável ao proibir os sacos plásticos.” Ela afirmou que se está a ir na direção certa, mas lembra que é necessária “uma mudança drástica nos padrões de consumo e nas práticas de gestão de resíduos em todo o mundo.”

A ONU estima que, até 2050, haverá mais plástico do que peixes no oceano.​​​​​​​

(ONU News)

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Pelo menos 62 mil pessoas residentes nas 20 povoações do distrito de Molumbo, na província da Zambézia, beneficiaram de intervenções de transferência de tecnologia, para fomentar a produção agrícola e melhorar as suas condições de vida.
A iniciativa foi realizada pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico-Profissional (MCTESTP), através do Centro de Investigação e Transferência de Tecnologia para o Desenvolvimento Comunitário (CITT), no âmbito da implementação do Programa das Vilas Sustentáveis.
Das intervenções referidas, destaque vai para o uso de técnicas melhoradas de produção, aplicando a agricultura de conservação em hortícolas, milho, raízes e tubérculos, a montagem de campos de demonstração de resultados, para permitir a adopção de técnicas agrárias de produção pelos camponeses e a formação de agricultores em agronegócio.
Outras intervenções centraram-se, ainda, na abertura de tanques piscícolas e formação na produção de alvinos, estabelecimento de oficinas culinárias, bem como na capacitação na preparação de alimentos com elevado valor nutritivo para crianças baseado em produtos localmente disponíveis.
Citado num comunicado do Ministério da Ciência Tecnologia, Ensino Superior e Técnico-Profissional ((MCTESTP) recebido ontem, pela AIM, Jacinto Mandavela, residente em Chinangua, disse que com o conhecimento adquirido nas áreas de piscicultura, horticultura, agronegócio e reflorestamento conseguiu abrir um tanque piscícola, de cerca de 1500 alvinos, e espera uma receita de 95 mil meticais.
Mandavela acrescentou que o projecto não está para oferecer dinheiro às pessoas, mas para dar ferramentas e conhecimentos, para que as comunidades possam impulsionar os seus negócios e serem auto-sustentáveis.
Pedro Rimissone, agricultor de Namanja, disse, por sua vez, que antes da implementação do projecto dedicava-se à cultura do tabaco. Com a aprendizagem de novas técnicas de produção agrícola transferidas pelo Programa Vila Sustentável de Molumbo (PVSM), começou a produzir tomate, alface, cebola e milho.
Rimissone acrescentou que o projecto lhe ofereceu uma bicicleta, para facilitar as suas deslocações, para difundir as tecnologias a outros produtores da comunidade e apoiou-o na participação em feiras agrícolas em Quelimane, Alto-Molócuè, Ile e Malema, onde conseguiu expor e vender seus produtos.
Paulo Pedro, líder religioso e agricultor em Malico, que produz milho, feijão-manteiga e soja há mais de 10 anos, revelou que com o projecto aprendeu a plantar a soja em linha e o rendimento também melhorou, uma vez que antes conseguia tirar 200 quilogramas de soja por hectare e agora consegue cerca de uma tonelada.

 

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A dificuldade de aceder a insumos agrícolas de qualidade e em quantidades suficientes, aliada à falta de linhas de crédito, são algumas das contrariedades enfrentadas pelos agricultores nas zonas rurais. Leia mais

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“PREÇO Justo” é uma plataforma gratuita de comparação de preços, onde o consumidor que quer fazer compras na Internet consegue obter subsídios para fazer a escolha acertada. Leia mais

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CAPACITAR os extensionistas agrários dos distritos de Angónia, Tsangano e Macanga sobre a importância da preservação dos recursos naturais e recuperação das áreas degradadas, para a produção de alimentos e biomassa vegetal, é o objectivo de uma formação, que, ontem, iniciou na província de Tete. Leia mais

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