Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

OS candidatos a ingresso na Universidade Lúrio (UniLúrio) mostram-se confiantes e esperam bons resultados nos exames de admissão realizados para esta instituição de ensino. Leia mais

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O pó depositado nas costas da África Ocidental durante os últimos 240 mil anos revela que o Sahara, o maior deserto do mundo, oscilou entre climas húmidos e secos a cada 20 mil anos. Leia mais

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O Ministério de Saúde tem assegurados recursos humanos, medicamentos e material médico-cirúrgico para intervir em caso de eclosão de eventuais surtos na presente época chuvosa. Leia mais

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Seis técnicos moçambicanos em análise espacial com aplicação para agrometeorologia vão à formação com o objectivo de aumentar a capacidade de análise de informações climáticas em benefício da agricultura e meio ambiente, no contexto das mudanças climáticas.

A formação com duração de 45 dias, inicia esta semana na cidade de Luanda, em Angola, e é realizada pelo Centro de Educação em Ciências da Terra Sustentabilidade (CESSAF) e o Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica (INAMET) de Angola, com a colaboração da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Os técnicos moçambicanos provêm do Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar (2), Instituto Nacional de Meteorologia (2), Instituto de Investigação Agrária de Moçambique (2).

Esta é uma iniciativa que tem como objectivo melhorar a capacidade de reposta do Governo em apoiar aos pequenos produtores agrícolas para lidar com as mudanças climáticas e aumentar a segurança alimentar através da abordagem da “Escola na Machamba do Camponês” implementada pela FAO.

Após a formação, os técnicos terão a capacidade de explorar, gerir e analisar dados geográficos e criar mapas instrutivos para aumentar a capacidade de análise de informações climáticas em benefício do sector agrícola face às mudanças climáticas.

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O Governo moçambicano vedou a pesca de camarão nos próximos dois meses, para permitir a reprodução deste marisco, anunciou esta terça-feira o Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas.

“Não haverá pesca, venda e transporte de camarão durante este período”, declarou Maurício Maússe, do Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas, citado pela Rádio Moçambique.

Para assegurar o cumprimento da decisão, as autoridades pesqueiras vão reforçar a fiscalização e actividades inspectivas, impondo medidas punitivas aos infractores.

A pesca de camarão em Moçambique é uma das actividades piscatórias mais lucrativas para o país, devido ao elevado valor comercial desta espécie.

As pescarias rendem a Moçambique entre 70 a 100 milhões de euros por ano.

Portugal e Espanha compram 82% do camarão pescado nas águas moçambicanas. (Notícias-Online/RM/O País)

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