Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

O Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e Técnico-Profissional insta o empresariado nacional a elevar a sua contribuição nesta área, de forma a dinamizar a investigação científica.

Jorge Nhambiu frisou que a investigação é um dos caminhos para alavancar a economia nacional.

O governante falava ontem, em Maputo, na abertura do segundo Seminário Internacional de Investigação.

O representante do Banco Mundial destacou o atraso que África Subsahariana regista no domínio da investigação científica.

O encontro, que termina hoje, discute, entre outros temas, a produção científica e a pesquisa adequada às políticas de desenvolvimento e por uma investigação científica para o desenvolvimento das comunidades.

Participam, no seminário internacional, investigadores de todo o país e os da África do Sul, Zâmbia, Namíbia Burquina Faso, Brasil e Espanha.

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O MINISTRO da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico-Profissional exorta o empresariado nacional a ser mais proactivo na absorção dos resultados da investigação científica e no seu financiamento à escala nacional, de modo que o país seja referência na produção de bens e prestação de serviços de ponta. Leia mais

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O INSTITUTO Nacional de Saúde (INS) inaugurou há dias, na província do Niassa, o Laboratório de Microbiologia do Hospital Rural de Cuamba. Trata-se de uma infra-estrutura com capacidade pararesponder a demanda de diagnóstico bacteriológico, por cultura e serologia ao nível do distrito. Leia mais

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Pelo menos 90 elefantes foram encontrados mortos nas últimas semanas no Botswana, denunciou ontem uma organização não-governamental (ONG) que participou, em colaboração com o Governo local, num recenseamento aéreo da população de paquidermes neste país africano.

Segundo o relato da ONG Elefantes sem Fronteiras, citado pelas agências internacionais, os animais em questão foram encontrados sem os respectivos marfins, tendo sido vítimas de uma das mais recentes e mortíferas vagas de caça furtiva registadas no continente africano.

Esta descoberta foi feita durante um recenseamento aéreo da população de elefantes conduzida pelo Ministério da Vida Selvagem e dos Parques Nacionais do Botswana.

“Começámos o nosso recenseamento a 10 de Julho e já contabilizamos 90 carcaças de elefantes”, referiu, em declarações à agência noticiosa francesa France Press (AFP), o responsável pela ONG, Mike Chase.

“E encontramos todos os dias mais elefantes mortos”, prosseguiu.

De acordo com Mike Chase, a maioria dos animais foi morta com “balas de grande calibre” perto de pontos de água na reconhecida reserva do Delta do Okavango, no norte do Botswana.

“Este é o pior episódio de caça furtiva em África de que alguma vez tive conhecimento”, afirmou o defensor da vida selvagem.

O ministro do Turismo, Tshekedi Khama, confirmou igualmente a dimensão desta situação, qualificada como um massacre.

“Sei que o balanço atinge um número de dois dígitos, muito alto para o Botswana”, afirmou o ministro, também em declarações à AFP.

“Estou muito preocupado, muito preocupado”, reforçou.

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A população de graduados universitários em Moçambique tem vindo a aumentar de forma significativa. Com efeito, segundo um inquérito-base de transição ensino-emprego dos finalistas universitários, ontem tornado público, em Maputo, o país registou 678 graduados, em 2003, número que multiplicou para 18 244, em 2016.

Porém, escreve a AIM, as estatísticas oficiais do Ensino Superior em Moçambique mostram um desequilíbrio na população universitária, a favor de homens.

Ao facto acresce-se uma segmentação de escolha de cursos, com as Engenharias e Ciências Naturais a apresentar uma população predominantemente masculina, enquanto se verifica uma maior paridade de género em áreas como Educação, Ciências Sociais, Agricultura e Saúde.

Quanto ao género, a proporção de estudantes graduados indica que 55,7 por cento são homens e 44,3 por cento mulheres.

O inquérito-base sobre o perfil do estudante universitário em Moçambique refere que uma amostra de 2174 alunos finalistas de seis das sete maiores universidades do país, o correspondente a 10 por cento de todos os estudantes finalistas universitários em Moçambique, sugere que tanto as escolhas de áreas de formação, como as expectativas de emprego revelam um desequilíbrio de género a favor dos homens.

O documento revela ainda que o sector privado prevalece como preferido pela maioria dos estudantes finalistas, e os mesmos confiam nas suas capacidades académicas como sendo fundamentais para a sua inserção no mercado de emprego.

No entanto, os finalistas universitários admitem falta de conhecimento sobre oportunidades de trabalho e estratégias de procura de emprego.

O pesquisador da United Nations University World Institute for Development Economics Research (UNU-WIDER), Ricardo Campos, disse que as respostas obtidas no inquérito reforçam a necessidade de busca e fornecimento de informações sobre o mercado de trabalho aos estudantes universitários, porque existem evidências claras de que estes necessitam de saber melhor sobre o que lhes espera à saída da universidade.

O relatório resume os resultados do inquérito que decorreu entre Março e Novembro de 2017 nas províncias de Maputo e Sofala, sul e centro de Moçambique, em seis universidades, e prevê que haverá ainda seis rondas de seguimento da amostra inicialmente inquirida dentro de um cronograma de actividades que só termina em Agosto de 2019.

O estudo sistemático sobre a transição dos estudantes do Ensino Superior ao mercado de trabalho está sendo levado a cabo pela Universidade Eduardo Mondlane (UEM), em parceria com a UNU-WIDER e a Universidade de Copenhague, tendo como objectivo central mapear as características e expectativas de emprego dos finalistas universitários para melhor dar resposta às preocupações do governo e parceiros de desenvolvimento sobre o emprego jovem no país.

A publicação dos resultados do inquérito contou com a participação de instituições académicas, representantes dos estudantes finalistas, do Ministério da Economia e Finanças, do Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social e parceiros da UNU-WIDER.

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