Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

A relatora da ONU para a eliminação da discriminação das pessoas com hanseníase, conhecida como “lepra”, Alice Cruz, disse que os líderes da França e da Itália devem parar imediatamente de usar a doença como metáfora nos debates sobre nacionalismo.

Segundo a relatora, o presidente francês e o vice-primeiro-ministro italiano usaram a doença, conhecida como lepra, para falar de nacionalismo, numa entrevista concedida à ONU News.

A especialista das Nações Unidas defende, na referida entrevista, concedida no Equador, que as declarações do presidente francês, Emmanuel Macron, e do vice-primeiro-ministro italiano, Luigi Di Maio, são “terríveis” e aumentam o estigma.

Alice Cruz explica a importância deste alerta e afirma que o tipo de discurso tem várias consequências para quem vive com a enfermidade.

A especialista acredita ainda que “a lepra se tornou muito mais que uma doença, tornou-se uma metáfora para tudo que é socialmente considerado vergonhoso, perturbador e deve ser mantido à parte”.

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Cercade 400 delegados e altos funcionários do governo de 42 países africanos convergiram, recentemente, em Pequim, para o quarto Fórum de Cooperação entre a China e África.

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Uma delegação da Áustria manteve, recentemente, um encontro com o Reitor da Universidade Lúrio (UniLúrio), Francisco Noa, no qual manifestou a intenção de cooperar com esta instituição de ensino superior em diversas áreas.

Na ocasião, o cônsul honorário da Áustria em Moçambique, Karl Hans Polzhofer IV, mostrou interesse em cooperar nas pesquisas desenvolvidas pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) na Fortaleza de São Sebastião, na Ilha de Moçambique.

Por outro lado, Francisco Noa expressou a disponibilidade da UniLúrio em criar parcerias que contribuam para o alcance da excelência da instituição que dirige.

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As organizações da sociedade civil recomendam ao Governo a criação de Fundo Nacional de Gestão de Recursos Naturais, com vista a beneficiar as comunidades locais.

A ideia foi expressa esta terça-feira (3), em Maputo, pelo director da Oxfam em Moçambique, organismo que realiza uma mesa-redonda sobre a governação de recursos minerais no país, evento que junta o Governo, partidos políticos, deputados e académicos, entre outros intervenientes.

Segundo o director da Oxfam em Moçambique, Holger Wagner, o fundo vai facilitar o controlo dos recursos minerais, os contratos e o reassentamento das populações residentes em áreas abrangidas pelos megaprojectos.

O executivo reconhece a pertinência do fundo e diz estar empenhado na criação do quadro jurídico para a industrialização do país.

A Directora do Gabinete Jurídico do Ministério dos Recursos Minerais e Energia, Maria Joel, disse que o processo de reassentamento está em curso em algumas províncias.

O Vice-Presidente da Comissão da Agricultura, Economia e Ambiente da Assembleia da República, Jaime Neto, diz que no processo de reassentamento das comunidades em zonas abrangidas devem ser adoptados modelos aceitáveis. (RM)

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A aplicação de insecticidas nas machambas, com o auxílio de pulverizador, é de fundamental importância para a agricultura, já que é através deste equipamento que se consegue fazer o controlo de pragas e doenças, tornando viável a produção agrícola. Leia mais

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