Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

O Governo dos Estados Unidos da América investiu mais de 340 milhões de dólares para financiar acções de combate à caça furtiva em Moçambique.

O investimento surge pelo facto de os Estados Unidos considerarem a caça ilegal e o tráfico de fauna bravia como uma ameaça à boa governação, ao Estado de Direito, à segurança, ao crescimento económico e à sustentabilidade dos recursos naturais.

“Nos últimos oito anos o número de elefantes na Reserva (Nacional do Niassa) diminuiu de mais de 20.000 para menos de 2.000 devido à caça implacável”, refere um comunicado de imprensa da embaixada dos EUA enviado à AIM.

Contudo, explica o documento, “os esforços combinados realizados nos últimos 10 meses entre o governo moçambicano, organizações não-governamentais, sector privado e parceiros internacionais levaram a uma redução drástica na caça furtiva”.

Para melhor se inteirar sobre os projectos financiados pelo seu país, incluindo o projecto Sistemas de Conservação de Ecossistemas, Mercados e Turismo (ECOSMART), da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), o embaixador dos EUA acreditado em Maputo, Dean Pittman, visitou a província do Niassa, de 18 a 20 de Outubro corrente.
Antes de se deslocar à Reserva do Niassa, Pittman manteve um encontro, em Lichinga, com a governadora do Niassa, Francisca Domingos Tomás.

A visita à Reserva Nacional do Niassa tinha por objectivo apurar a sustentabilidade dos projectos ali em curso, e a forma como estão a melhorar a governação e a gestão das áreas protegidas, a aumentar a sustentabilidade dos recursos naturais, a promover o desenvolvimento rural e a fortalecer a capacidade de aplicação da lei.

O governo norte-americano entende que as áreas de conservação e a fauna bravia podem criar oportunidades económicas de longo prazo e meios de subsistência sustentáveis para as comunidades locais.

Por isso, aplaude o progresso feito na Reserva Nacional do Niassa e noutras áreas de conservação de Moçambique, e espera continuar a colaboração com o governo moçambicano, organizações não-governamentais, parceiros do sector privado e comunidades para desmantelar as redes criminosas transnacionais que procuram prejudicar a biodiversidade do país.

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Um total de 40 técnicos moçambicanos, provenientes de todo o país, estão a ser formados em diagnóstico precoce e realização de pequenas e grandes cirurgias oncológicas na área de ginecologia e cirurgia da mama.
Com a formação, os técnicos estarão capacitados em matérias de prevenção, rastreio e em diferentes técnicas de tratamento de cancros.
Falando ontem, em Maputo, na cerimónia de abertura do curso, cuja duração é de dois dias, Cesaltina Lorenzoni, chefe do Programa Nacional de Cancro, disse que desde o início da parceria com instituições internacionais de combate e controlo do cancro várias pessoas já beneficiaram de diversos cuidados médicos.
“A actividade está a ser desenvolvida no Hospital Central de Maputo, de onde vão se fazer, no total, 121 procedimentos, incluindo 106 que são de diagnóstico para pequenas e grandes cirurgias”.
Lorenzoni disse, ainda, que vai desenvolver-se um curso sobre Colposcopia e Lipo para o diagnóstico de lesões avançadas do cancro.
“Durante dois dias vai se desenvolver um curso sobre Colposcopia e Lipo para o diagnóstico de lesões avançadas do cancro do colo do útero e tratamento das mesmas. Trata-se de um curso com uma abrangência nacional ”, disse.
Por seu turno, a chefe da missão médica, Kathleen Schemeler, lamentou o facto de os moçambicanos fazerem o diagnóstico quando a doença está avançada, dificultando o seu tratamento. “Uma das maiores dificuldades é dos pacientes encontrarem-se num estado avançado de doença, o que torna difícil o seu tratamento. A ideia é formar técnicos moçambicanos para que tenham capacidade de diagnóstico antecipado”.
Contudo, a especialista americana espera que a intervenção em Moçambique atinja os mesmos resultados que nos Estados Unidos, em termos de redução de casos de cancro.
“Nós tivemos uma redução de casos de cancro do colo do útero em quase 70 por cento nos Estados Unidos, com base em técnicas de prevenção. E é exactamente essa experiência que pretendemos partilhar cá em Moçambique para reduzir os casos de cancro do útero”, referiu.

A missão médica é composta por 15 especialistas e pesquisadores, dentre eles americanos, brasileiros, colombianos e tailandeses. Eles estão em Moçambique até dia 27 de Outubro para, além da formação, operarem diagnósticos, e grandes e pequenas cirurgias de cancro da mama e do colo do útero.
Esta é a 15ª missão de especialistas dos países em referência para Moçambique. A primeira ocorreu em 2014.

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A Procuradoria-Geral da República instruiu um total de 148 processos contra indivíduos implicados nos crimes contra a fauna bravia e posse ilegal de armas proibidas por lei, dentro das áreas de conservação ao nível de todo o país. Leia mais

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