Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

CINQUENTA e cinco estudantes do Instituto Superior de Educação e Tecnologia, em Changalane, distrito de Namaacha, província de Maputo, iniciam uma digressão por seis países da África Austral para pesquisas nas suas áreas de formação. Leia mais

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O continente africano perde anualmente cerca de 191 biliões de dólares norte-americanos decorrentes do comércio ilícito da fauna e flora, anunciou ontem o coordenador do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (UNEP) em Moçambique, Robert Wabunoha.

A fonte entende que o valor perdido é mais do que suficiente para tirar África da pobreza, se as entidades responsáveis pela salvaguarda do meio ambiente tomarem medidas severas para acabar com o comércio ilícito de espécies de fauna e flora, bem como a degradação ambiental.

Wabunoha proferiu estas declarações em conferência de imprensa havida em Maputo, para lançar o II Simpósio Regional de África, um evento de três dias com início hoje e que vai decorrer sob o lema “Tornando os judiciários mais verdes”.

O evento visa promover sistemas judiciais mais sustentáveis, através do reforço das capacidades das instituições de formação jurídica e judiciária; discutir e aprovar a integração de curricula relacionados com questões de ambiente.

Pelo menos 200 convidados vão estar na reunião, dos quais cerca de 100 estrangeiros.
Entre os convidados internacionais destacam-se os presidentes dos Tribunais Supremo de África, presidentes dos tribunais regionais da Comunidade Económica para o Desenvolvimento da África Ocidental (CEDEAO), representante do Tribunal Africano dos Direitos Humanos, entre outros.

Os países africanos que já confirmaram a participação incluem Angola, Benim, Botswana, Burquina Faso, Burundi, Camarões, Cabo Verde, República Centro Africana, Chade, Congo, Etiópia, Gabão, Guiné Equatorial, Guiné-Bissau, Gâmbia, Gana, Quénia, Maurícias, Malawi, Zâmbia, Senegal, Zimbabwe e África do Sul.

Dos nacionais, estarão juízes, procuradores, Polícia de Protecção e Fiscalização dos Recursos Naturais e Ambiente.

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Moçambique conta, actualmente, com 1200 fiscais para combater a caça furtiva em todo território nacional, efectivo que está muito aquém das necessidades do país.

A informação foi avançada ontem (31) pelo director Nacional de Protecção e Fiscalização da Administração Nacional da Áreas de Conservação (ANAC), Carlos Lopes Pereira, que falava na cerimónia central da celebração do 31 de Julho, dia Internacional do fiscal de florestas e fauna bravia.

“No total temos cerca de 1200 homens no terreno a fiscalizar, não é suficiente porque a área que nos cobrimos é de 151 mil quilómetros quadrados, devíamos ter mais, temos um fiscal por cada 315 quilómetros quadros, devia ser um fiscal por cada 50 quilómetros quadrados, temos um défice de quatro, cinco fiscais por área de cobertura”, afirmou.

Pereira afirmou que um dos desafios do sector é integrar todas instituições do combate a caça furtiva, nomeadamente os governos distritais e provinciais e as autoridades judiciárias. Enquanto não conseguirmos isso vamos ter um desempenho baixo, é nisso que estamos a trabalhar”.

De acordo com a fonte, o elefante, rinoceronte e pangolim são os animais mais procurados pelos caçadores furtivos. “Em relação aos elefantes, estamos a fazer este ano a contagem, mas temos registado 19 casos”.

O director da ANAC revelou que foram detidos cerca de 2 mil indivíduos em conexão com a caça furtiva e outras violações da biodiversidade.

“Foram detidos cerca de 2 mil indivíduos, destes 375 são caçadores furtivos, 1.300 são garimpeiros e 80 madeireiros”, disse.

Durante a sua intervenção, a Vice-Ministra da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural, Celmira da Silva disse que o governo privilegia a conservação da biodiversidade e que não tem sido um trabalho fácil para combater a caça furtiva.

“O Governo de Moçambique privilegia a conservação da biodiversidade, a defesa da vida da natureza e para todos os seus seres, e essa defesa tem sido uma luta constante, não é um trabalho muito fácil para os nossos fiscais, para aqueles que todos os dias defendem a biodiversidade”, afirmou.   

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