Recreio e Divulgação NUMA EXPOSIÇÃO: Artistas partilham horizontes e olhares Por Jornal Notícias Há 8 meses Criado por Jornal Notícias Há 8 meses 1,K Visualizações Compartilhar 0FacebookTwitterPinterestEmail 1,K “HORIZONTES Partilhados e Múltiplos Olhares” é o título de uma exposição colectiva de artes plásticas, a ser inaugurada amanhã na Fundação Fernando Leite Couto, em Maputo, e que reúne obras de seis pintores moçambicanos. São eles Famós, Júlio Xirinda, Markos P’Fuka, Pekiwa, Saranga e Titos Mucavele. Cada um traz uma perspectiva que explora as possibilidades da linha, forma e cor em criações diversas. Segundo a curadora Yolanda Couto, Famós apresenta desenhos em grafite e técnica mista sobre papel, criando composições dinâmicas. As suas referências regionais, acrescenta, são reforçadas pelos títulos das obras, como se nota em “Memórias de uma Viola de Lata” e “Peregrinos de Cabo Delgado”. Por seu turno, considera, Júlio Xirinda utiliza cores fortes e vibrantes, conferindo às suas figuras uma presença mágica e dinâmica. As suas obras retratam homens e mulheres na labuta diária, capturando a essência da vida na sua terra natal. Markos P’Fuka, por sua vez, continua, ilumina os recantos mais sombrios, afastando os medos e trazendo à tona sentimentos de amor e esperança. A curadora descreve o seu trabalho como um “universo multicolor e tenso, que evoca mundos possíveis”. Sobre Pekiwa, Couto refere que esculpe em madeira, dando vida à “alma das suas gentes”. diz que as suas obras, criadas a partir de madeiras antigas, são uma ponte entre o passado e o futuro, onde histórias do seu povo ganham forma em portas e janelas marcadas pelo tempo. Ainda segundo a curadora, Saranga, outro expositor, recorre a cores vibrantes para oferecer uma visão intuitiva e emocional do mundo. “As suas pinturas revelam a intensidade com que maneja o pincel, explorando as nuances entre a realidade e a imaginação”, escreveu. Já sobre Titos Mucavele, Couto explica que o pintor traz à exposição um conjunto de obras que respiram a terra e evocam sentimentos profundos. Inspirado pela sua origem junto ao mar do Índico, Mucavele explora temas como a família e a comunidade, expressando a essência da vida através de olhares nostálgicos e cores intensas. Leia mais… Você pode gostar também Rabat nomeada Capital Mundial do Livro em 2026 PREICC 2024: Governo distingue fazedores da cultura Audiovisual em debate em Maputo Nivaldo Thierry exibe colecção “Tribal Chic” CULTURAEXPOSIÇÃO Compartilhar 0 FacebookTwitterPinterestEmail Artigo anterior Livros nacionais ganham versão inglesa e espanhola Próxima artigo AURA vai aferir a qualidade de água em Moatize Artigos que também podes gostar Mia Couto nas celebrações do Dia Mundial do Livro em Portugal Há 40 minutos Novas regras dos Óscares permitirão uso de IA generativa em filmes Há 1 hora Treinador Miguel Guambe reflecte sobre liderança em nova obra Há 4 dias Colecção Crescente reflecte sobre o tempo Há 4 dias Ivan Mazuze sopra no festival do Cabo Há 4 dias Espectáculo “casa” marrabenta e jazz Há 5 dias