Economia Cadeia de valor mineiro atrai empresas indonésias Por Jornal Notícias Há 6 meses Criado por Jornal Notícias Há 6 meses 1,3K Visualizações Compartilhar 0FacebookTwitterPinterestEmail 1,3K Elísio Muchanga, em Bali O SECTOR privado indonésio quer participar na pesquisa, exploração e transformação local de minerais estratégicos em Moçambique, adicionando-lhes valor antes da sua colocação no mercado internacional. A informação foi partilhada quarta-feira por Luísa Maocha, directora Nacional de Geologia e Minas, à saída de uma das sessões que marcaram o último dia do II Fórum Indonésia-África, que decorreu em Bali, no qual o país fez-se representar por uma delegação encabeçada pelo ministro dos Recursos Minerais e Energia, Carlos Zacarias. Mahocha anotou que o maior interesse dos indonésios está em minerais como grafite; areias pesadas, sobretudo o ilmenite, zircão e rútilo; cobre; níquel; lítio, carvão e terras raras, até porque pretendem visitar Moçambique para perceber de perto as dinâmicas e potencialidades deste sector. Para a materialização deste desiderato está a ser elaborado um rascunho de memorando que deverá servir de base para o desenvolvimento de projectos de cooperação neste sector. Moçambique também está interessado em cooperar com a Indonésia na pesquisa de minerais, melhoria da cadeia de valor, incluindo a dos que estão actualmente a ser produzidos e exportados. No entanto, explicou haver necessidade de revisão de alguns regulamentos do sector e criação de uma estratégia para os minerais críticos, além do estabelecimento de um braço empresarial do Estado para conferir maior segurança aos investidores. Actualmente, referiu, um dos desafios é saber o que o país realmente tem no subsolo, o que passa pela compilação de dados e disponibilizá-los aos potenciais investidores. “Temos um sistema de informação mineiro com dados geológicos e mapas dos sítios onde o mapeamento foi terminado, mas a informação existente não é suficiente, abarcando apenas um terço do país. Então, estes encontros podem ajudar-nos a encontrar parceiros”, explicou. Outro constrangimento é o da disponibilização de dados no sistema de sondagens das rochas para que o investidor não precise de ir ao campo para decidir sobre o investimento. “Poderá ir ao sistema, seleccionar a área, propor as rochas e fazer as análises para ter a informação que lhe permita decidir”. Leia mais… Você pode gostar também Partido Renamo questiona sustentabilidade da LAM Aumentam transacções banca-moeda electrónica CIDADE DE MAPUTO: PME transforma tomate em polpa Américo Muchanga novo PCA da LAM DESTAQUESECONOMIAMINASMINEIRO Compartilhar 0 FacebookTwitterPinterestEmail Artigo anterior Aumentam episódios de violência doméstica Próxima artigo Tribunal julga desvio de 27 milhões do PMA Artigos que também podes gostar Sector privado favorável à concessão das praias Há 1 dia MANIFESTAÇÕES: Empresariado já calculou os danos Há 2 dias CTA realiza hoje Economic Briefing Há 3 dias Vandalizações e bloqueios lesam CFM em mil milhões Há 3 dias Basílio Muhate reúne-se com empresas produtoras de Cimento Há 3 dias Combustíveis menos caros Há 4 dias