Economia EM MOÇAMBIQUE: GALP explica razões do desinvestimento Por Jornal Notícias Há 7 meses Criado por Jornal Notícias Há 7 meses 1,6K Visualizações Compartilhar 0FacebookTwitterPinterestEmail 1,6K A GALP, multinacional energética portuguesa que concluiu recentemente o desinvestimento da Área 4, na bacia do Rovuma, em Cabo Delgado, diz que a decisão faz parte da sua estratégia para se focar em projectos de alto retorno, baixo custo e baixa intensidade de carbono. A explicação foi dada recentemente por Filipe Silva, CEO da Galp, à Energy Connects, uma plataforma de informação sobre o sector energético, enfatizando a importância das decisões desta multinacional, contribuindo para o aumento de 16% no lucro líquido do segundo trimestre de 2024 em meio a preços mais elevados do petróleo e custos de produção mais baixos. “Estas acções permitem-nos cristalizar valor, reduzir o risco e focar em projectos de maior retorno alinhados com a estratégia da Galp. Continuar a reduzir o risco e a crescer o nosso upstream a partir de projectos de baixo custo e baixa intensidade de carbono, ao mesmo tempo em que transformamos nossas posições integradas de médio e downstream”, disse o timoneiro da GALP. A Galp concluiu também a venda dos activos upstream em Angola, medida igualmente alinhada com a estratégia da Galp de focar em projectos de alto retorno. Como resultado das decisões estratégicas, a GALP anunciou um aumento homólogo de 16% no lucro líquido para o segundo trimestre de 2024, impulsionado pelos preços mais elevados do petróleo e pela redução dos custos de produção. Deixando ficar as principais linhas do relatório financeiro e de produção, realçou que o lucro líquido da empresa atingiu 325,34 milhões de dólares, apesar de um ambiente volátil de preços das matérias-primas. No entanto, o lucro ajustado antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (EBITDA) caiu 7% para 849 milhões de euros em comparação com o mesmo período do ano passado. Durante este período, a Galp obteve resultados sólidos nos seus vários segmentos, nomeadamente o upstream, que facturou 531 milhões euros em EBITDA, apoiado por uma produção consistente e operações económicas no Brasil. O segmento industrial e midstream contribuiu com 226 milhões de euros para o EBITDA, beneficiando da elevada utilização do sistema de refinação e das fortes actividades midstream, particularmente no fornecimento e comercialização de petróleo e gás natural, escreve Energy Connetcs, citando CEO da GALP. Refira-se que a Galp anunciou um acordo para a venda da sua posição nos projectos de exploração de gás em Moçambique. Estes activos incluem o campo de gás natural liquefeito Coral Sul em operação desde 2022, bem como os projectos Coral Norte e Rovuma LNG que deveriam receber luz verde para entrada em produção nos próximos dois anos. A participação de 10% da Galp nos projectos de Moçambique da área 4 foi vendida à ADNOC, empresa nacional de petróleo de Abu Dhabi. Em Moçambique, a Galp mantém a presença nas actividades de downstream, nomeadamente na área da distribuição de combustíveis. (AIM) Você pode gostar também PORTO DE MAPUTO: Inicia primeira fase de expansão CABO DELGADO: TotalEnergies regressa no 1° trimestre de 2024 Moçambique vai produzir vacinas e soros ATRACADA NO PORTO DE MAPUTO: Central flutuante de energia não periga meio ambiente ECONOMIAGALP Compartilhar 0 FacebookTwitterPinterestEmail Artigo anterior COMBUSTÍVEL VIA VILA NOVA DA FRONTEIRA: Primeiro comboio chega ao Malawi Próxima artigo Tufão Yagi causa 143 mortos no Vietname Artigos que também podes gostar MRM duplica licença de maternidade Há 7 horas Três províncias acedem ao fundo de recuperação empresarial Há 14 horas Fábrica de gás de cozinha concluída em Setembro Há 14 horas ENH alerta sobre uso indevido da sua marca Há 1 dia Estuda-se viabilidade do hidrogénio verde Há 3 dias João Figueiredo deixa a presidência do Moza Banco Há 3 dias