Política COBERTURA DE MANIFESTAÇÕES: Imprensa deve informar com equilíbrio e isenção Por Jornal Notícias Há 4 meses Criado por Jornal Notícias Há 4 meses 752 Visualizações Compartilhar 0FacebookTwitterPinterestEmail 752 A IMPRENSA deve actuar com equilíbrio, rigor e responsabilidade durante a cobertura das manifestações que ocorrem no país, bem como de outros fenómenos de instabilidade política para não favorecer interesses de partes em crise. O pensamento foi partilhado pela professora universitária Benilde Matsinhe, em declarações ao “Notícias”. Ela fala também sobre a importância e o poder de influência da comunicação social em contextos de tensão. A fonte sublinha igualmente que o momento actual do país, marcado por protestos violentos, é muito fértil para a intensificação da desinformação. Por essa razão, entende que o trabalho dos jornalistas deve, mais do que nunca, privilegiar a rigorosa confrontação de dados para o apuramento da verdade, seguindo os princípios da ciência jornalística. “Devemos garantir muito equilíbrio no que se noticia, principalmente, nos momentos em que vivemos. É fundamental assegurar a fidelização das informações, e o papel do jornalista é de informar baseando-se nesses princípios. Buscar fontes credíveis que não detenham outros interesses na informação que vai dar”, referiu. Acrescentou que a imprensa deve conservar o seu princípio de imparcialidade para, na cobertura destes acontecimentos, nunca se transformar em parte do problema. “No processo informativo não podem existir tendências, principalmente pela situação de crise pós-eleitoral em que vivemos. A ‘media’ joga um papel importante, e o seu único posicionamento deve ser a imparcialidade para não confundir o público com o seu grande poder de influência”, expressou. Por outro olhar, advertiu ainda que o país precisa de extinguir a justificação de existência de interferência externa para cobrir os vários desvios cometidos em Moçambique, sobretudo, quando se fala no respeito pelas liberdades e nos assuntos políticos. “Existe sempre a ideia de uma mão externa em Moçambique, devemos ultrapassar este fantasma. Este argumento existe em tudo, quer para os direitos humanos, liberdade de expressão, as revoltas. É preciso abstermo-nos desse olhar”, disse. Leia mais… Você pode gostar também Daniel Chapo promete combater males sociais Chefe do Estado exonera ministros e vice-ministros “Mais Integridade” avalia campanha eleitoral X Sessão da Assembleia da República começa a 10 de Julho COBERTURAJORNALISTASManifestações Compartilhar 0 FacebookTwitterPinterestEmail Artigo anterior ÉPOCA CHUVOSA: Casas em risco de desabar Próxima artigo MOBILIDADE EM MAPUTO: BRT busca consultor para construção de hangar Artigos que também podes gostar Chefe do Estado exige reforço na prevenção e combate à corrupção Há 8 horas Morreu a deputada Luísa Wacate Há 8 horas Primeira-Dama anuncia 200 bolsas de estudo para filhos de viúvas Há 3 dias ONU reafirma compromisso com a paz em Moçambique Há 3 dias Chefe do Estado endereça mensagem de saudação aos médicos Há 4 dias Presidente da República recebe em Nacala homólogo do Botswana Há 4 dias