Nacional CRISE PÓS-ELEITORAL: Milhares empurrados ao desemprego no país Por Jornal Notícias Há 2 meses Criado por Jornal Notícias Há 2 meses 595 Visualizações Compartilhar 0FacebookTwitterPinterestEmail 595 A CRISE pós-eleitoral em que o país está mergulhado está a afectar negativamente a economia nacional, o mercado de trabalho, investimentos e o tecido social da maioria dos moçambicanos, com milhares de trabalhadores a ficarem sem emprego. O alerta é da Organização dos Trabalhadores de Moçambique – Central Sindical (OTM-CS), na sua mensagem do Fim do Ano. Em comunicado enviado ontem ao “Notícias”, a OTM recorda que em vários momentos chamou atenção para o perigo que o elevado custo de vida representava para a maioria da população e que um dia poderia desembocar numa convulsão social de difícil controlo. Relata que devido à crise política alguns locais de trabalho estão a produzir abaixo das suas capacidades instaladas e outros acabaram fechando as portas, prejudicando, consequentemente, milhares de trabalhadores e suas famílias. De acordo com o representante da massa laboral, a falta de condições para a livre circulação de pessoas e bens tem sido a principal razão pela qual os trabalhadores não conseguem se fazer presentes aos postos com a necessária assiduidade e pontualidade. “Os prejuízos económicos e financeiros no país são enormes, e os trabalhadores, na sua maioria, estão com os salários atrasados, sem perspectivas e nem certezas dos mesmos serem pagos até ao fim do mês de Dezembro”, acrescentou. O documento refere que o ano 2024 foi marcado por vários eventos humanos e naturais que de forma atípica impactaram a vida da massa laboral, incluindo a continuação das incursões terroristas em Cabo Delgado e o processo eleitoral de 9 de Outubro, com ambos a criarem um clima de insegurança no país. Manifestou preocupação e condenou o exacerbar dos ânimos onde, na sua opinião, o Estado tem vindo a usar métodos coercivos excessivos para conter os protestos, e os manifestantes, por sua vez, a enveredar pela destruição de bens públicos e privados e violentando aos não aderentes. “Esta situação lamentável, digna de repulsa e condenação, não pode continuar, porque mina a unidade nacional, o respeito pela pessoa humana e pelas instituições do Estado”, lê-se na mensagem. Leia mais… Você pode gostar também FACE AO EL NIÑO: Camponeses devem apostar nas zonas baixas e margens Alunos abandonam escola em Manica TROÇO RIO SAVE-CASA NOVA: Reabilitação da N1 a ritmo satisfatório Vacinação supera meta nas regiões norte e centro CRISE PÓS-ELEITORALDESEMPREGOOTM Compartilhar 0 FacebookTwitterPinterestEmail Artigo anterior NAMPULA: Aumentam mortes por cólera Próxima artigo QUADRA FESTIVA: Criadas 94 brigadas inspectivas Artigos que também podes gostar Estado paga horas extras e dívida com fornecedores Há 14 horas EIS A INSTRUÇÃO DO COMANDANTE-CHEFE: Aprimorar estratégia militar contra terrorismo Há 15 horas Digitalização moderniza gestão municipal no país Há 15 horas Jornalistas treinados sobre direito à saúde da mulher Há 2 dias TRÁFICO DE DROGAS: Supremo pede mais eficácia no confisco de bens ilícitos Há 2 dias Mais de 500 pacientes submetidos a cirurgias Há 3 dias