DestaqueNacional PRESIDENTE DO “SUPREMO” GARANTE: Autores das vandalizações serão responsabilizados Por Jornal Notícias Há 1 mês Criado por Jornal Notícias Há 1 mês 835 Visualizações Compartilhar 0FacebookTwitterPinterestEmail 835 ELÍSIO MUCHANGA OS órgãos de administração da Justiça estão a trabalhar na identificação dos autores morais e materiais, incitadores e financiadores dos actos de vandalização e destruição de infra-estruturas públicas, sobretudo os do sector judiciário. A garantia foi dada sexta-feira por Adelino Muchanga, presidente do Tribunal Supremo, na visita que efectuou ao Estabelecimento Penitenciário Distrital de Manhiça e Tribunal Judicial local, para aferir o grau de destruição das infra-estruturas do sector. Muchanga assegurou que todos os envolvidos nestes actos serão responsabilizados criminalmente, avançando que há pessoas identificadas e detidas pelo seu envolvimento nas vandalizações, incluindo processos a correr trâmites legais e com a necessária celeridade. Indicou que mais de 600 expedientes deram entrada nos tribunais judiciais, relacionados a actos de vandalismo e destruição de infra-estruturas públicas e privadas. “Estamos a trabalhar para mapear as situações, sabemos que estamos perante um acto de criminalidade organizada com estrutura e comando bem claro e líderes a nível central, local e nas povoações”, disse. Realçou que, a partir do momento que os alicerces da administração pública são atacados, esta tem de elevar a sua intervenção, mostrando que o Estado existe. “Invadir, vandalizar a cadeia e libertar reclusos é algo muito grave e não podemos permitir que as instituições do Estado sejam enfraquecidas”, alertou. Adelino Muchanga indicou que decorre igualmente uma avaliação global dos danos a infra-estruturas da administração da Justiça em todo o país. No Estabelecimento Penitenciário de Manhiça, para além da destruição total da infra-estrutura, foram perdidos acima de 1500 processos arquivados ou em tramitação, e evadiram-se 80 reclusos. O Tribunal Judicial da Manhiça julgou, por crimes relacionados às manifestações, 19 processos com vários arguidos, dos quais 25 foram condenados a penas de multa e prisão. Para além de aferir o nível de destruição dos edifícios, tribunal e estabelecimento penitenciário, Muchanga manteve encontros com magistrados, funcionários e juízes-eleitos. Leia mais… Você pode gostar também Órgãos autárquicos tomam posse hoje JAZIGOS DE PANDE E TEMANE: Receitas do gás mantêm tendência de crescimento Vaga de frio em Maputo e Gaza Tolerância de ponto para três vilas Tribunal SupremoVANDALIZAÇÕES Compartilhar 0 FacebookTwitterPinterestEmail Artigo anterior PR visita Cabo Delgado Próxima artigo Hospitais provinciais terão capacidade de tratar cancro Artigos que também podes gostar Chefe do Estado exige reforço na prevenção e combate à corrupção Há 7 horas MATUTUÍNE: Hospital distrital sem médicos especialistas Há 11 horas Recuperados 500 quilos de cobre em Inhambane Há 11 horas Moçambicanos morrem na queda de muro na RAS Há 14 horas Três províncias acedem ao fundo de recuperação empresarial Há 14 horas Fábrica de gás de cozinha concluída em Setembro Há 14 horas