DestaqueEconomia Previsão de crescimento em torno de três por cento Por Jornal Notícias Há 4 semanas Criado por Jornal Notícias Há 4 semanas 855 Visualizações Compartilhar 0FacebookTwitterPinterestEmail 855 Prevê-se que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça em torno de 2,9 a três por cento este ano, ou seja, uma redução de 2 a 2,5 pontos percentuais face às projecções dos últimos dois anos. A queda esperada para este ano deverá ocorrer num contexto de inflação estabilizada em sete por cento. Em 2023 as estimativas indicaram para um crescimento de cinco por cento e no ano seguinte 5,5 por cento, mas em 2024 a meta não foi cumprida devido ao impacto das manifestações pós-eleitorais, ocorridas no último trimestre. De acordo com Carla Louveira, ministra das Finanças, que intervinha recentemente num encontro com parceiros financeiros internacionais em Maputo, a redução coincide com desafios na arrecadação de receitas e contenção da despesa pública. Assim, Louveira falou da necessidade de um compromisso para assegurar um crescimento mais notável, garantindo a resiliência da economia doméstica, adoptando-se medidas que promovam a confiança dos parceiros internacionais e redução das despesas. A queda nas projecções de produção e crescimento é explicada pelo impacto das manifestações, que durante três meses condicionaram o pleno funcionamento da economia. No geral, as manifestações pós-eleitorais afectaram 955 empresas, o que gerou prejuízos na ordem de 32,2 mil milhões de meticais, para além da perda de 17 mil empregos. No quadro do anúncio dos bancos comerciais da disponibilidade de uma janela de financiamento orçada em 10 mil milhões de meticais para apoiar as empresas afectadas directa ou indirectamente pelas manifestações, a ministra disse que o Governo procura soluções de curto e médio prazos para estimular a economia. Mas, para além desta medida, explicou que “continuamos a trabalhar no desenho doutras soluções, igualmente estruturantes de médio e longo prazos, como é o caso do Fundo de Garantia Mutuária. De acordo com Agostinho Vuma, presidente da Confederação das Associações Económicas (CTA), as manifestações prejudicaram as projecções de crescimento de 2024, que passaram a situar-se em 3,3 por cento, abaixo das previsões iniciais de 5,5 por cento. Leia mais… Você pode gostar também João Figueiredo deixa a presidência do Moza Banco DESENVOLVIMENTO DOS CORREDORES: Prioridade é integração ferro-portuária NYUSI AOS FORMADORES DO ENSINO TÉCNICO: Transformar institutos em centros de produção Nyusi trabalha hoje em Sofala ECONOMIAPIB Compartilhar 0 FacebookTwitterPinterestEmail Artigo anterior COM SISTEMA INTEGRADO: Para breve novo provedor da carta de condução no país Próxima artigo SAÚDE E ECONOMIA: Danos do tabaco custam 11 mil milhões Artigos que também podes gostar “Notícias” contribuiu com 63 milhões em impostos Há 10 horas PR autorizado a visitar Tanzania Há 10 horas NA PONTE SOBRE RIO MONAPO: Restabelecida ligação Nampula – Cabo Delgado Há 10 horas PM abre Reunião Nacional da Sociedade do Notícias Há 11 horas Presidente Chapo visita Inhambane Há 1 dia 99 ANOS DO “NOTÍCIAS”: Severino Ngoenha defende “desdogmatização” da verdade Há 1 dia