Recreio e Divulgação Músico Deodato Siquir reconhecido na Dinamarca Por Jornal Notícias Há 7 meses Criado por Jornal Notícias Há 7 meses 1,4K Visualizações Compartilhar 0FacebookTwitterPinterestEmail 1,4K O MÚSICO moçambicano Deodato Siquir foi recentemente distinguido como Artista do Ano 2024 na Dinamarca, pelo “Salaam Film & Dialog”, um projecto que promove a diversidade cultural entre crianças e jovens naquele país europeu, através de oficinas de cinema, diálogo e música. Com “o Salaam”, iniciativa criada há vinte anos, Deodato Siquir dedica-se à promoção da música, dança e instrumentos tradicionais moçambicanos nas escolas dinamarquesas. Aliás, o músico dedicou o galardão à sua família, em particular ao falecido avô Moisés Manjate, um dos maiores ícones da marrabenta. Com este trabalho, Deodato Siquir tornou-se o primeiro artista da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) a receber aquele importante prémio, que também reforça os laços culturais entre Moçambique e Dinamarca, inspirando novas gerações a valorizar e preservar as suas tradições. Siquir nasceu em 1975, em Maputo, numa família musical. A sua iniciação musical deu-se muito cedo a tocar bateria caseira e juntou-se à sua primeira banda Escolinha Vamos Brincar. Entre 1990 e 2000, trabalhou como músico de apoio para Jasde, Eloy Vasco, Mateus Vilanculos, Hot Lads, Jaguar Mondlane, Zamoc Stars, Baba Harris, Tchika Fernando, Paulo Wilson, Stewart Sukuma, Leman Pinto e Dua Maciel. Em 2000, também contribuiu para a gravação do álbum de compilação Mozambique Relief, com músicos da Finlândia e de Moçambique, cujo disco arrecadou fundos e aumentou a consciencialização para as vítimas das inundações devastadoras. Em 2001, mudou-se para a Escandinávia (Suécia e Dinamarca), onde estabeleceu uma vasta rede de colaboradores ao longo dos anos. Como líder de banda, lançou “Balanço” em 2007 e “Mutema” em 2011. Antes ganhou o Prémio Ngoma Moçambique 2008 na categoria de Artista Revelação. Leia mais… Você pode gostar também DE JOÃO AYRES: Espólio expressa arte anti-colonial em Moçambique Armando Guebuza diz que não se deve chorar Moisés Mandlate Livro de Jorge Jairoce discute mulher no comércio transfronteiriço Noite de Esperança no “Moçambique – China” Deodato SiquirDESTAQUES Compartilhar 0 FacebookTwitterPinterestEmail Artigo anterior Reina a imundície no Mercado Waresta Próxima artigo Livros nacionais ganham versão inglesa e espanhola Artigos que também podes gostar Exposição “Mulheres, Arte e Cura” celebra resiliência feminina Há 12 horas Gramática descreve articulação do xironga Há 13 horas Poeta Sangare Okapi “revisita” o corpo Há 13 horas Tchakaze leva “Só Elas” ao Franco Há 15 horas PEÇA TEATRAL “AS SUBSTITUTAS”: Uma comédia baseada em tragédias Há 2 dias Denzel Washington e Jake Gyllenhaal batem recorde de bilheteria da Broadway Há 7 dias