DestaqueEconomia Proposta de medidas para mitigar impacto Por Jornal Notícias Há 4 meses Criado por Jornal Notícias Há 4 meses 666 Visualizações Compartilhar 0FacebookTwitterPinterestEmail 666 O SECTOR empresarial vai submeter nos próximos dias ao Governo uma proposta de medidas de curto e médio prazos para mitigar os impactos das manifestações violentas na economia. Para o efeito, a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) reuniu-se em Maputo com as associações empresariais para reflectir sobre os tumultos e vandalizações que se registam no país, com realce para a cidade e província de Maputo, no âmbito dos protestos contra os resultados eleitorais. As medidas a serem propostas são de carácter laboral, administrativo, fiscal, financeiro e outras que contribuam para aliviar o peso sobre as empresas na sequência da paralisação das actividades. “Se a paralisação, vandalizações e tumultos prevalecerem será a nossa comunidade empresarial a incorrer em falência como consequência dos prejuízos acumulados”, salietaram os empresários. Sobre a restrição do acesso à internet, o sector privado considera que para além do impacto negativo sobre as operações de comércio externo também comprometem transacções financeiras e bancárias, afectando os serviços que dependem de pagamentos e recurso à banca para a sua fluidez. Aliás, o teletrabalho, que foi opção de contingência para muitas empresas contornarem o bloqueio das vias, também tem sido de difícil viabilização, o que prejudica a relação empresas-mercado. A CTA irá realizar um diagnóstico da situação e continuará a recolher contribuições dos empresários para a elaboração de uma proposta de medidas concretas. Refira-se que recentemente a CTA fez uma avaliação preliminar e concluiu que a paralisação das actividades teria provocado uma perda de mais de 1,4 mil milhões de meticais num só dia, com danos indirectos em mais de 90 por cento no sector informal. Este nível de prejuízos em apenas um dia, segundo o sector privado, demonstra a fragilidade de um país marcado por altas taxas de desemprego, para além de que a paralisação pode acarretar dificuldades no pagamento de salários. A ampla cobertura internacional dos tumultos está a resultar no cancelamento de viagens turísticas para a quadra festiva, comprometendo a expectativa de 360 mil visitantes e perda de receitas de 50 milhões de dólares. Você pode gostar também Combate ao crime exige meios adequados Moçambique e RAS dinamizam comércio QUALIFICAÇÃO AO CAN-2025: Moçambique estreia-se esta noite frente ao Mali João de Barros empossado novo reitor da UJC CTADESTAQUESPOLÍTICA Compartilhar 0 FacebookTwitterPinterestEmail Artigo anterior Restrições de água no Grande Maputo Próxima artigo Região reforça combate ao tráfico de recursos florestais Artigos que também podes gostar MRM duplica licença de maternidade Há 7 horas Chefe do Estado exige reforço na prevenção e combate à corrupção Há 8 horas Três províncias acedem ao fundo de recuperação empresarial Há 15 horas Fábrica de gás de cozinha concluída em Setembro Há 15 horas Alocado financiamento para gestão de resíduos Há 15 horas “EID UL-FITR”: Muçulmanos oram pela paz e progresso Há 16 horas