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O académico e antigo director-geral da Escola Superior de Jornalismo (ESJ), Tomás Jane, alerta sobre a precariedade de contratos de jornalistas e considera que este é um desafio no exercício da profissão em momentos de conflito.
“Muitos dos que cobrem as zonas de risco são correspondentes ou colaboradoras, sem contrato, sem seguro, sem telefone ou satélite, mas vão e cobrem os acontecimentos. Vão ao terreno por conta própria”, observou, alertando para a existência de pressão e a auto-censura.


