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Quinta-feira, 1 - Dezembro, 2022

Cineastas sonham com arte mais robusta e atraente

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ENTRE os cineastas moçambicanos, uma ideia parece consensual: a sétima arte no país está praticamente paralisada. E a culpa não recai apenas sobre o novo coronavírus, que fechou tudo, menos a criatividade dos artistas.

Estes homens, que fazem do vídeo um instrumento para contar diversas narrativas e expor os seus pontos de vista sobre a sociedade que desejam, foram recentemente ouvidos pelo “Notícias” à volta do 5 de Novembro, Dia Mundial do Cinema.

Devido à efeméride, eles reflectem sobre os desafios de um sector ainda com longo caminho por atravessar, sobretudo em Moçambique.

Segundo o cineasta Aldino Languane, o cinema moçambicano está actualmente quase paralisado, embora não se caracterize apenas por pontos negativos. Afirma que em termos de produção cinematográfica, por exemplo, o país pode congratular-se por estarem a aparecer produtoras interessadas em parcerias com os profissionais desta área para fazer seriados.

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