O académico Filimone Meigos afirma que o Jornal Notícias é um órgão depositário da memória colectiva de Moçambique, e ao longo dos último dos últimos 50 anos procura a moçambicanização na perspectiva libertária.
Meigos, que é reitor da Instituto Superior de Artes e Cultura (ISarC), falava há momentos na palestra alusiva aos 100 anos do matutino, que se realiza no Centro Internacional de Conferências Joaquim Chissano.
Contou que nos anos 1990, com o surgimento de novos órgãos eleitorais, o “Notícias” passa a ser rotulado por “mentícias”, pelos jornais independentes ou privados, mas o jornal centenário sempre manteve a factualidade.
Falando sobre a era pós-verdade, disse que o matutino sempre trabalha para a moçambicanização, filtro da verificação, fortalecer a democracia, resistir a tentação da velocidade, entre outros.
Assegurou que o “Notícias” sempre foi uma ponte entre o Estado e o cidadão, provendo a cidadania.
FILIMONE MEIGOS: “Notícias” sempre manteve a factualidade
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