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Segunda-feira, 26 - Setembro, 2022

Lei amplia visão contra uniões prematuras

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JOANA MACIE

MAIS de 14 mil raparigas foram identificadas, em todo o país, como vítimas de uniões prematuras, 8500 das quais recuperadas e reintegradas nas respectivas famílias e no sistema de ensino, nos últimos anos. 

O facto representa um avanço significativo na luta contra uniões prematuras. De acordo com a directora nacional da Criança, no Ministério do Género, Criança e Acção Social, Angélica Magaia, não foi possível recuperar todas as raparigas, uma vez que, aos 18 anos, a vítima não deve ser forçada a abandonar o lar, podendo apenas, receber apoios para o seu empoderamento sócio-económico.

Angélica Magaia apontou os factos, recentemente, no decurso de uma palestra promovida na cidade de Maputo, anotando que contribuiu para estes resultados, o envolvimento das lideranças tradicionais, dos líderes de opinião e da Associação dos Médicos Tradicionais de Moçambique (AMETRAMO). O comprometimento das próprias raparigas e rapazes, integrados em campanhas de divulgação da lei e sensibilização da sociedade para abandonar esta prática, constitui igualmente, outro factor que contribui neste sucesso.

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