O novo rumo que o país pode tomar, sobretudo ao nível das províncias, com a proposta de revisão das leis n.º 4/2019 e n.º 7/2019, de 31 de Maio, submetida recentemente pelo Chefe do Estado ao Parlamento, demanda a preparação das pessoas para compreenderem a essência desta iniciativa e aceitarem a diferença em prol do bem do país.
Este posicionamento foi exposto hoje, na cidade de Tete, pelo membro da Comissão Técnica do Diálogo Nacional Inclusivo (COTE), Ismael Mussá, durante uma mesa-redonda subordinada ao tema “Descentralização e Desconcentração do Poder”, que envolveu dirigentes da província.
“Se calhar vale a pena propormos a indução das pessoas que ficam, para as habituarmos à nova situação. Temos de preparar as pessoas para aceitarem a diferença. Não seremos chefes para sempre. Não nos amarremos aos cargos. O dirigente deve amarrar-se às questões do país e do Estado. Este passo que se deu é uma etapa intermédia das quatro propostas feitas pela Comissão de Reflexão sobre o Modelo de Descentralização (CREMOD), podendo surgir outras através do diálogo em curso”, concluiu.


