Um plano geoespacial vai orientar e identificar, para cada comunidade, a solução tecnológica mais adequada e economicamente viável para garantir o acesso à electricidade.
O instrumento deverá orientar a escolha entre a extensão da rede eléctrica nacional, instalação de mini-redes e sistemas solares residenciais, tendo em conta as características e condições sócio-económicas de cada comunidade.
Segundo a directora nacional de Energia, Marcelina Mataveia, o instrumento resulta de estudos técnicos e levantamentos realizados no terreno, através dos quais são avaliadas as condições das comunidades ainda por abranger pela electrificação.


